terça-feira, 1 de outubro de 2013

CENOURA

Cenoura


Clima e Solo

A semente da cenoura germina muito bem a uma temperatura constante de 10ºC até 30ºC. A 10ºC, a germinação inicia dezessete dias após a semeadura, e a 30ºC, aos seis dias. A 35ºC, ela é regular, entre oito e nove dias, mas a 40ºC não há germinação.

Quando, após a germinação, a temperatura se eleva bastante e há aquecimento excessivo da superfície do solo, a região do colo é queimada e muitas plantas morrem. A fim de diminuir os efeitos maléficos da forte insolação, deve-se semear em fileiras e proteger o solo, entre as plantas, com cobertura morta, como capim seco sem sementes, palha dos arrozais, etc.
Estudos efetuados nos Estados Unidos mostraram que a temperatura tem influência sobre as raízes, que apresentam melhor desenvolvimento e coloração quando a média mensal da temperatura varia de 15,5 a 21ºC. Verificou-se, ainda, que baixas temperaturas médias conduzem à formação de raízes mais compridas que o normal, acontecendo o contrário quando as temperaturas médias são elevadas.

No Estado de São Paulo, é possível colher cenoura de boa qualidade o ano todo, desde que sejam tomados os cuidados necessários ao bom êxito da cultura.

A cenoura em germinação e quando nova, é muito fraca e fatores adversos podem causar falhas na cultura. Assim, o vento excessivo, secando a superfície do solo, cria uma crosta difícil de ser rompida pela semente em germinação. Também a chuva excessiva e forte, comum no período mais quente do ano, logo após a semeação, causa a compactação do solo dificultando a germinação.

Esses dois fatores adversos podem ter seus efeitos diminuídos pela cobertura morta do solo, que será retirada ao iniciar-se a germinação.
O solo, para o cultivo da cenoura, deve ser rico em elementos minerais, matéria orgânica, profundo, com propriedades físicas ideais para que as raízes tenham rápido desenvolvimento, sem encontrar obstáculos.

Como essa planta é ligeiramente tolerante à acidez do solo, são recomendáveis os terrenos cujo pH esteja entre 5,5 e 6,8.

Os solos pesados, para produzir boas cenouras, necessitam de adubos orgânicos que melhorem suas propriedades físicas, tais como esterco curtido, composto curtido, etc.

A terra para semeação precisa ser bem destorroada. Para isso, após a aração, deve ser trabalhada diversas vezes com grade ou rastelo. Sendo as sementes de cenoura pequenas - um grama, em média, possui 950 sementes - só é possível haver boa germinação e bom crescimento em terreno bem preparado.


Plantio

As sementes de cenoura são encontradas nas casas comerciais importadoras, que as recebem da Europa e dos Estados Unidos.

Um grama de sementes de cenoura contém 900 a 1000 sementes. Aquelas com boa viabilidade, após a colheita, dão plantas normais em quantidade satisfatória até três anos, e manterão esta germinação por muito tempo se conservadas em condições apropriadas de armazenamento: estas são em geral, o inverso das melhores condições para germinação e seus dois mais importantes fatores são o teor de umidade da semente e a temperatura do local de armazenamento.

A boa semente de cenoura deve ter mais de 80% de poder germinativo; aquelas com 55% de poder germinativo são consideradas como de condição mínima para obter boa plantação, e, antes do plantio, devem ser desinfetadas com fungicidas seco ou outro produto similar.

A semeadura é efetuada diretamente no local definitivo, em terreno bem preparado, a profundidade de meio a um centímetro, a lanço ou de preferência, em sulcos. Estes devem ser feitos no sentido da largura do canteiro de semeação, que deve ter de um a um metro e vinte de largura e dez a quinze metros de comprimento, deixando-se, entre eles, um caminho de trinta a quarenta centímetros.

Nos sulcos, espaçados de vinte centímetros entre si, as sementes são uniformemente distribuídas, cobrindo-se com terra do próprio canteiro e apertando-se ligeiramente.

A semeadura pode ser efetuada em espaçamentos maiores entre as fileiras, de trinta e cinqüenta centímetros, a fim de permitir tratos mecânicos.

A semeação em sulcos facilita a germinação das sementes, bem como os trabalhos de limpeza de ervas daninhas, e permite a escarificação do solo entre as plantas, para facilitar a penetração da água de irrigação ou chuva.

Se as sementes possuírem 80% ou mais de poder germinativo, devem se colocar dois gramas delas por metro quadrado de canteiro. Assim, um hectare (10.000m2) de canteiro necessitará 20 quilos de sementes.

A semeadura a lanço, embora mais fácil de ser feita do que em sulcos, apresenta as seguintes desvantagens: maior dificuldade na germinação de sementes, que devem nascer isoladamente (no sulco); o rachamento do solo permite a germinação das mais fracas ou situadas mais profundamente; impossibilidade de se fazer escarificações, e dificuldades em limpeza manual ou mecânica das ervas más.

Ambos os sistemas de semeação permitem o emprego de herbicida seletivo; aquele em sulco, porém, é mais econômico porque a pulverização deve ser feita somente na linha de plantio. Entre as fileiras, o mato é eliminado capinando com sachos.

Muitas vezes, o lavrador desconhece o poder germinativo da semente que adquire; em conseqüência, ou coloca muita semente com ótimo poder germinativo, em determinada área, e as plantas nascem amontoadas aumentando o trabalho de desbaste, ou age ao contrário e elas nascem muito afastadas entre si.

Convém, pois, conhecer previamente o poder germinativo da semente. Um meio prático, para tanto, consiste no seguinte: colocar, em uma pequena lata (1L) vazia, até a metade, areia e, sobre esta após umedecê-la um pedaço de mata-borrão que contém cem sementes representando uma amostra fiel.
Conservar a lata em local claro, mas sem luz direta, cobrindo-a com um pedaço de vidro de janela e mantendo úmido o mata-borrão. Contar as sementes germinadas, oito a dezesseis dias mais tarde, tendo, assim aproximadamente, o seu poder germinativo, em porcentagem.

Quando a área for pequena, após a semeadura, no intuito de evitar a formação de crostas terra, é recomendável cobrir o solo com capim seco, sem sementes, retirando-o logo no início da germinação.

Logo em seguida à semeação, irriga-se diariamente até a germinação completa, a qual espaçam-se as regas, de acordo com a necessidade.
É muito difícil semear a cenoura na distância em que deve ficar, assim para se obter um bom número de plantas, é necessário semear uma quantidade ligeiramente superior à desejada, o que exigirá o desbaste. É recomendável que se efetuem dois desbastes: o primeiro: de quinze a vinte dias após a germinação, deixando as plantas espaçadas de dois a três centímetros na fileira, e o segundo: de quinze a vinte dias depois do primeiro aumentado o espaçamento na fileira, para cinco a seis centímetros. Em grandes culturas, a fim de diminuir o gasto com a mão-de-obra, fazer apenas um desbaste, cerca de trinta dias após a germinação, ficando as plantas distanciadas de cinco a seis centímetros na fileira.
Entretanto, o espaçamento entre as plantas na fileira, depende do tipo de solo. Assim em solos soltos, as plantas podem ficar juntas do que naqueles pesados, argilosos, porque a cenoura, para se encontra mais facilidade no primeiro tipo de terra.
A consorciação pode ser feita com feijão, tomate, rabanete, alface, manjerona e ervilha. A rotação deve ser feita com hortaliças de outras famílias e plantas adubadeiras-leguminosas. A cebola, cebolinha, alho-poró, alecrim e salvia ajudam a repelir as pragas.







cenoura Colheita e Embalagem

Ao se fazer o segundo desbaste, algumas raízes tenras poderão ser aproveitadas para vários usos domésticos, e, nas grandes plantações comerciais, para a alimentação dos animais. As colheitas nas pequenas plantações são efetuadas a mão ou com a ajuda de enxadão. Nas grandes culturas comerciais, aconselha-se o emprego por pessoa habilitada do enxadão ou do arado, “bico-de-pato”. O melhor mesmo é arrancá-las a mão. As plantas estão em condições de ser colhidas quando as folhas inferiores começam a amarelar ou secar e as superiores se abrem, chegando a encostar as pontas na superfície do solo. A colheita das variedades de média precocidade, tipo “Nantes”, começa desde oitenta dias, a contar da semeadura, com cenouras ainda em crescimento e se prolonga por mais vinte a quarenta dias, quando estão bem desenvolvidas. Na época mais fria do ano, a germinação e o crescimento são mais lentos do que quando a temperatura se eleva mais. A produtividade da cenoura é dependente de vários fatores, já citados em capítulos anteriores a saber: variedade, clima, época de plantio, adubação, solo, tratos culturais, etc. Contudo, cultivando-se tecnicamente e usando a variedade adequada, como a Nantes, pode-se colher até 3,5kg/m2 de cenoura (sem folhas). Embalagem: As cenouras, para venda em pequenas quantidades, podem ser lavadas e amarradas com folhas, em maços de cinco a oito, conforme o tamanho. Para grandes quantidades, depois de cortadas as tolhas, as cenouras são lavadas e selecionadas, eliminando-se as defeituosas e com ferimentos. Deve-se usar caixas de madeiras ou plástica. As dimensões da caixa de madeira são, em média, 35cm(altura)x 49cm(comprimento)x 24cm(largura), com peso médio de 4,3kg, comportando 438 cenouras da variedade “Nantes”, sem folhas, com peso médio de 61 gramas ainda não completamente desenvolvidas, finalizando um peso líquido total de 26,8kg. Quando as raízes são bem desenvolvidas, cada caixa comporta o peso líquido de 23 a 24 kg. Para transporte a grandes distâncias, é mister usar gelo moído entre as camadas de cenoura ao se fazer a embalagem. Já nos ou caminhões, espalhar grandes pedaços de gelo de quinze a vinte centímetros de espessura, sobre a camada superior das caixas. Para armazenagem recomendam-se as temperaturas de 0ºC e a umidade relativa do ar entre 90 e 95%. Empilhadas de forma a permitir a circulação de ar entre as caixas, as cenouras podem conservar-se por vários meses, porém, murcham com baixa umidade, mesmo com temperatura recomendável. Nos refrigeradores domésticos, quando guardadas em sacos plásticos, a conservação é boa, caso contrário murcham em poucos dias.


Cenoura


Generalidades

A cenoura é botanicamente classificada como Daucus carota, L., da famíliaUmheliferae, originária da Europa e da Ásia. É a principal hortaliça, cuja parte comestível é a raiz.
Segundo o francês Laumonnier, sua cultura remonta a mais de dois mil anos, entretanto, na França, somente após o século XVI começou a se expandir, sendo que a maioria das variedades melhoradas foi obtida depois de 1958.

Extensivamente cultivada nos países civilizados, especialmente nos de clima  temperado, tornando-se bastante popular após a década de 40, ocupando áreas consideráveis em alguns países.

Sua importância aumenta à medida que se torna mais conhecida como excelente alimento de proteção, rica em vitaminas e sais minerais, recomendado pelos médicos especialmente para alimentação de crianças e pessoas anêmicas.

No Brasil, essa hortaliça é cultivada nos Estados do sul e sudeste, destacando-se o de São Paulo, onde se encontram plantações em quase todos os municípios. 

BETERRABA

Beterraba Plantio
Tal como o rabanete, o nabo, e a cenoura, prefere os períodos frios do ano para ser cultivada — fevereiro — agosto, se dando melhor entre temperaturas de 7 e 22, porém pode-se cultivá-la o ano todo. Antes do plantio deixar as sementes megulhadas em água por 12 horas para melhorar a germinação. Use bandejas/sementeiras para se ter melhores resultados e produtividade. A semeadura pode ser feita no local definitivo, em canteiros convenientemente adubados, para media fertilidade, na seguinte dose por metro quadrado: Esterco de curral bem curtido
..................................................................10kg Adubo químico
10-10-10................................................................. ........200g
 As sementes, sempre reunidas em glomérulos de 3 a 5 sementes, são plantadas em linhas distanciadas de 30 centímetros, ficando espaçadas, dentro da mesma linha a cada 5 cm entre elas, a uma profundidade de 2 cm. Gasta-se para o plantio de um hectare, aproximadamente 5a 6 kg de sementes. Após decorridos alguns dias e quando as plantinhas tiveram alcançado 5 cm de altura, procede-se ao desbaste, deixando-so cada planta distanciada uma das outras a cada 20 centímetros.

Beterraba


Colheita

É executada após haver transcorrido de 90 a 100 dias da semeadura. Evite danos às raízes na hora do arranque e mantenha as folhas, pois também são consumidas.



Beterraba
Generalidades A beterraba, Beta vulgaris, L., planta da família das Quenopodiáceas; é uma hortaliça de raiz rica em açúcares, sais minerais e vitaminas, também, como purificadora do sangue. Originária das costas do Mediterrâneo e Oeste da Ásia. Curiosidades: a extração industrial do açucar de beterraba começou por volta de 1805, em face do bloqueio continental imposto por Napoleão.

Tratos culturais

Para a cultura de beterraba resumem-se em regas freqüentes, sendo que no período seco do ano as regas devem ser diárias e leves, capinas e escarificações.
Não devemos deixar os frutos aflorarem a superfície, pois ficariam muito lenhosos; deve-se portanto, quando isto ocorrer, chegar terra aos mesmos.

Pragas e Moléstias

Os insetos que atacam são a vaquinha, a lagarta-rosca e a larva-minadora das folhas. As moléstias mais comuns são a podridão da raiz, mancha alternária (folhas), o tombamento e a ferrugem.

BATATA-DOCE - TRATO CULTURAL




batata-Doce


Tratos Culturais

AdubaçãoDe modo geral, a batata-doce raramente reage às adubações minerais diretas feitas no ano da cultura. Em terrenos muito fracos, a adubação orgânica ou a verde pode dar bons resultados e significativo aumento dc produção.
Em solos fracos, do tipo massapé-salmorão, bons efeitos são geralmente conseguidos com a aplicação de azôto em forma de sulfato de amônio, salitre do Chile ou nitrocálcio em cobertura, algumas semanas após o plantio. Os adubos nitrogenados podem ser aplicados, na base de 20 a 30 gramas por metro de linha ou carnalhão.
Raramente se obtém, na cultura de batata-doce, resultados compensadores com aplicação direta de adubos fosfatados e potássicos.
A batata-doce deve ser cultivada em rotação com plantas mais exigentes, como a batatinha, o tomate, e as hortaliças em geral e que reagem muito às adubações diretas. Essas plantas, recebendo fortes adubações, deixam no solo restos de adubação que serão no ano seguinte, aproveitados vantajosamente pela batata-doce. Esta é a maneira mais aconselhável de exploração da cultura, quando se trata de centros de produção hortícola bem diversificada, para abastecimento de grandes mercados.
Quando o solo é ácido, deve ser aplicado o calcário, de acordo com o que indicar as análises e com bastante antecedência. ao plantio, devendo ser muito bem misturado ao solo por meio de gradeações profundas.
Os tratos culturais para a batata-doce são muito simples. Tem por fim a eliminação das ervas, mas o mais importante é o chegamento de terra às plantas. Este “chegamento” de terra feito por ocasião das capinas corrige a altura das leiras normalmente reduzidas pela ação das chuvas e pelo acamamento da terra. Nessa operação, usam-se sulcadores comuns que se passam entre as leiras com tração animal, completando-se com enxada.

INHAME-CARÁ

No sitio onde vivo sempre cultivei inhame-cará, é um tubérculo delicioso, além do que exige pouco trato cultural. (Comentario do Escriba Valdemir Mota de Menezes)

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Inhame
Texto João Mathias
Consultor Almir Dias Alves da Silva*



Raio X
SOLO: arenoso, profundo, bem drenado e fértil
CLIMA: temperatura entre 24 e 30 graus
ÁREA MÍNIMA: pode ser plantado até em jardineiras
COLHEITA: sete meses após o plantio
CUSTO: a arroba vale de 20 a 25 reais
Mãos à obra
Rústica, a planta tolera bem o calor e o clima úmido
INÍCIO - o bom desenvolvimento do inhame depende da qualidade da muda adquirida ou da túbera-semente - estrutura da qual se propagam as raízes. Por isso, para iniciar a atividade, compre exemplares de produtores idôneos. Mesmo assim, assegure-se de que não estejam doentes ou sofreram ataques de pragas, se vêm de culturas bem produzidas e se a variedade apresenta potencial produtivo. Fevereiro e abril são os melhores meses para se conseguir mudas para plantios de sequeiro (sem irrigação) no Nordeste. Se a idéia for adotar o cultivo irrigado, o que ocorre a partir de setembro, procure pelas ofertas de julho a agosto.
PLANTIO - primeiramente, faça aração e gradagem do solo. O terreno deve ser arenoso, profundo, bem drenado, rico em matéria orgânica e com pH de 5,5 a 6. A época para se plantar inhame depende da disponibilidade de irrigação. Onde há boa incidência de chuva, o cultivo deve ser realizado no início da estação das águas. A recomendação é se concentrar entre setembro e outubro para plantações irrigadas.
AMBIENTE - dê preferência para plantar inhame em regiões onde o clima é quente e úmido, com temperatura média entre 24 e 30 graus. Para o bom desenvolvimento da cultura, a umidade relativa do ar deve variar de 60% a 70% e a quantidade anual de chuva, entre 1.000 e 1.600 milímetros.
MATUMBOS - o cultivo de inhame em plantios domésticos é feito em covas altas, os matumbos. Utilize uma enxada manual para cavar uma área de 40 x 40 centímetros em matumbos de cerca de 30 centímetros de altura. No alto e no centro da cova, acomode a muda a dez centímetros de profundidade. Deixe 1,2 x 0,8 metro ou 1,0 x 0,8 metro de espaçamento.
CUIDADOS - pragas e doenças podem atacar o plantio de inhame. A lagarta da folhagem e a broca do caule são duas ameaças à cultura. Entre as enfermidades mais freqüentes estão a queima da folhagem, a podridão verde e a casca preta.
VARIEDADES - há diversos cultivares de inhame que são comestíveis. Entre os principais podem ser citados o são-tomé e o sorocaba, além do cará-da-costa edo cará-mandioca, que, apesar dos nomes, referem-se mesmo ao inhame.
PRODUÇÃO -
 o ciclo de produção do inhame é de aproximadamente 270 dias - quando ele atinge a maturação completa. Se as folhas da parte superior da planta apresentarem amarelamento e ficarem secas, é sinal que o inhame está pronto para ser colhido.
CAPAÇÃO - para fazer a capação, processo de retirada da túbera comercial - ou o inhame formado -, 210 dias de plantio são suficientes. Corte com uma foice pequena e com cuidado a planta na altura do ligamento com a raiz. Em seguida, feche o matumbo com uma puxada de terra para a produção das túberas-sementes que serão utilizadas no próximo plantio.

* Almir Dias Alves da Silva é pesquisador do IPA - Instituto Agronômico de Pernambuco, Estação Experimental de Itapirema, Goiana, PE, tel. (81) 3610-1004, almir@ipa.br
Onde comprar: os fornecedores de túberas-sementes de inhames são, em geral, agricultores familiares que conseguem a matéria-prima por meio do método de capação. O material pode ser encontrado em associações de produtores de inhame em cidades pernambucanas como Condado, Bonito, Goiana e Barra de Guabiraga. No estado da Paraíba, há fornecimento nos municípios de Conde e Alhandra
Mais informações: Embrapa Hortaliças - Centro Nacional de Pesquisa de Hortaliças, Rodovia Brasília-Anápolis, BR-060, Km 9, Gama, DF, Caixa Postal 218, CEP 70359-970, tel. (61) 3385-9000, sac.hortalicas@embrapa.br

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

PLANTING CORN

PLANTING CORN

In the Garden of Eden where I live, I'm planting corn part to my intake to feed the animals, and to sell on the trade. Use seed and early hybrid. (Valdemir Mota de Menezes)

CORN 

Botanical name: Zea mays

Plant type: Vegetable

USDA Hardiness Zones: 4, 5, 6, 7, 8

Sun exposure: Full Sun

Soil type: Loamy

Soil pH: Neutral

Sweet corn is an annual with yellow, white, and bi-colored ears. A long, frost-free growing season is necessary after planting. Sweet corn is wind-pollinated, so it should be planted in blocks, rather than in single rows. Early, mid, and late-season varieties extend the harvest. If you miss the optimal harvest time, corn will go downhill fast as sugars convert to starch.
Planting

* Corn is picky about its soil. Work in aged manure or compost the fall before planting and let over winter in the soil.
* Starting seeds indoors is not recommended.
* Plant seeds outdoors two weeks after the last spring frost date.
* Make sure soil temperature is above 60 degrees for successful germination. (Up to 65 for super sweet varieties.) In colder zones, the ground can be warmed by a black plastic cover if necessary. Plant seeds through holes.
* Plant seeds 1 inch deep, 9 to 12 inches apart.
* Leave about 3 feet between rows.
* For sufficient pollination, plan your plot right. Don’t plant two long rows, rather, plant corn blocks of at least four rows.
* You may choose to fertilize at planting time, corn is meant to grow rapidly. If you are confident that the soil is adequate, this can be skipped.
* Water well at planting time.


Care

* Be careful not to damage the roots when weeding.
* Soil must be well drained and able to keep consistent moisture.
* In dry conditions, be sure to keep corn well watered due to its shallow roots. Water at a rate of 5 gallons per sq yard. Mulch helps reduce evaporation.
* When the plants are 4 to 5 inches tall, thin them to stand 16 to 23 inches apart.

Pests

* Spotted Cucumber Beetles
* Flea Beetles
* Cutworms
* Corn Rootworms
* Raccoons

Harvest/Storage

* Harvest when tassels begin to turn brown and cobs start to swell. Kernels should be full and milky.
* Pull ears downward and twist to take off stalk.
* Sweet corn varieties lose their sweetness soon after harvesting.
* Prepare for eating or preserving immediately after picking.
* Sweet corn freezes well, especially if removed from ears before freezing.

Recommended Varieties



There are three types of sweet corn: Normal, sugar enhanced and super sweet. Each one contains a different level of sucrose, changing the flavor and texture of the corn. Sweeter varieties will stay sweeter for longer after harvest.

* ‘Iochief’ Midseason normal-sugar variety. Yellow.
* ‘Silver Queen’ normal sugar-variety. Resistant to some bacterial diseases. White.
* ‘Challenger Crisp n Sweet’ supersweet variety, resistant to some diseases, high yield. Yellow.
* ‘Pristine’ sugar enhanced variety, good taste. White.

PLANTING YAM

PLANTING YAM

By Valdemir Mota de Menezes

The humble taro or yam has helped many Foochow pioneers of Sibu pass their initial days. Many yam plants were found growing wild in the early 1900's around Sibu. The Foochows then grew their own in their vegetable

Although taro or yam has been a familiar plant in Southern China, there are more varieties of this food crop in Sarawak. they come in different shapes, sizes and even colour. The best type being the bilong type in the Foochow dialect. It has a lot of purple streaks and its skin is thinner than the others. It has a gentle and crunchy feel. All others belong to the "indigenous type" and are therefore less valued. They are harder to cook too.

The yam is a very humble root crop. However in recent years when the world is facing a food crisis every food crop is in the lime light. The yam is now a much sought after food in the market. And in fact it can be found as part of some food supplements. However it remains a delightful occasional food item on the table of the Foochows.

How do the Foochows value this food?

First of all it is a good supplementary food item besides rice. The Foochows have created a few signature dishes out of the yam which is grown on sides of fish ponds, in the main vegetable patch or even on road sides. The best yam is grown on well drained and fertile hillslopes.

The best dish is the Foochow yam cDSC00106ake, followed by mixed vegetables in yam ring, deep fried yam balls (dim sum) and Abacus Yam Balls. The Foochows have a fantastic savoury yam porridge or paste made out of yam, dried shrimps and pork fat with lots of fried onions. Yam has also found its way into cold desserts recently . Bubur char char, halo halo and ice cream now contain yam.

There is a very strong Foochow belief that yam helps in digestion. Hence a good meal with some mashed yam seems to be more complete than others. Perhaps it is because yam is fairly fibrous.

And here is a simple recipe from my grandmother, Tiong Lien Tie.

One fairly big yam, skinned and cut into small pieces. Steamed until soft.DSC00106

Deep fry chopped small onions.

Add a few table spoons of pork fat into a heated kuali. Saute until the oil comes out and the fat is crispy.

Add 2 tablespoons of pounded dried prawns. Fry until fragrant.

Add a few slices of lean pork.

Add the onions and the mashed yam.

Add water and cook until a paste is formed. This takes a good hour of slow cooking. Finally add salt, pepper, chillies to taste.

Enjoy the simple but tasty Foochow yam dish with rice and kang kong soup.

You cannot get this dish in a restaurant. It is what we always humour ourselves with - our village Foochow food - but it is always our dream food. I believe that if we remember our roots in the villages, we will remember our ROOT food too.

We call it Wow Neh or Yam Paste.



Photo: PLANTING YAM

By Valdemir Mota de Menezes

The humble taro or yam has helped many Foochow pioneers of Sibu pass their initial days. Many yam plants were found growing wild in the early 1900's around Sibu. The Foochows then grew their own in their vegetable

Although taro or yam has been a familiar plant in Southern China, there are more varieties of this food crop in Sarawak. they come in different shapes, sizes and even colour. The best type being the bilong type in the Foochow dialect. It has a lot of purple streaks and its skin is thinner than the others. It has a gentle and crunchy feel. All others belong to the "indigenous type" and are therefore less valued. They are harder to cook too.

The yam is a very humble root crop. However in recent years when the world is facing a food crisis every food crop is in the lime light. The yam is now a much sought after food in the market. And in fact it can be found as part of some food supplements. However it remains a delightful occasional food item on the table of the Foochows.

How do the Foochows value this food?

First of all it is a good supplementary food item besides rice. The Foochows have created a few signature dishes out of the yam which is grown on sides of fish ponds, in the main vegetable patch or even on road sides. The best yam is grown on well drained and fertile hillslopes.

The best dish is the Foochow yam cDSC00106ake, followed by mixed vegetables in yam ring, deep fried yam balls (dim sum) and Abacus Yam Balls. The Foochows have a fantastic savoury yam porridge or paste made out of yam, dried shrimps and pork fat with lots of fried onions. Yam has also found its way into cold desserts recently . Bubur char char, halo halo and ice cream now contain yam.

There is a very strong Foochow belief that yam helps in digestion. Hence a good meal with some mashed yam seems to be more complete than others. Perhaps it is because yam is fairly fibrous.

And here is a simple recipe from my grandmother, Tiong Lien Tie.

One fairly big yam, skinned and cut into small pieces. Steamed until soft.DSC00106

Deep fry chopped small onions.

Add a few table spoons of pork fat into a heated kuali. Saute until the oil comes out and the fat is crispy.

Add 2 tablespoons of pounded dried prawns. Fry until fragrant.

Add a few slices of lean pork.

Add the onions and the mashed yam.

Add water and cook until a paste is formed. This takes a good hour of slow cooking. Finally add salt, pepper, chillies to taste.

Enjoy the simple but tasty Foochow yam dish with rice and kang kong soup.

You cannot get this dish in a restaurant. It is what we always humour ourselves with - our village Foochow food - but it is always our dream food. I believe that if we remember our roots in the villages, we will remember our ROOT food too.

We call it Wow Neh or Yam Paste.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

HARVESTING PALM PUPUNHA

HARVESTING PALM PUPUNHA
In this video the Scribe Valdemir Mota de Menezes're chopping palm peach palm, harvested at the site and then loading the truck to take the product from the field to Industria de Palmito the benefit and distribute in supermarkets in the country.



HARVESTING PALM PUPUNHA - PART 1/2 por valdemirenglish
HARVESTING PALM PUPUNHA - PART 2/2 por valdemirenglish