quinta-feira, 29 de setembro de 2011

AZEITE



http://www.azeite.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1477:como-e-feito-o-azeite-de-oliva&catid=87:como-e-feito&Itemid=130#

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Como é feito o azeite de oliva?



A oliveira é uma árvore típica da costa mediterrânea e exige uma grande luminosidade e um clima caracterizado por invernos suaves, outonos ou primaveras chuvosas e verões secos e quentes. O crescimento da oliveira é lento. Costuma dar frutos entre 5 e 10 anos de idade e não alcança seu pleno desenvolvimento antes dos 20 anos. Entre os 35 até os  100-150  anos encontra sua maturidade e plena produção. Depois disso envelhece e sua produtividade fica muito desigual de ano para ano.
Para obter o azeite são necessários os seguintes passos:
1.     Colheita dos frutos
A oliveira floresce na primavera, época em que o fruto começa a se formar para ir amadurecendo, passando da cor verde para a negra, a partir do verão até o final do outono/princípio do inverno quando é feita sua colheita. A coleta da azeitona pode ser feita manualmente (coletando-se uma a uma), por um sistema denominado vareo (golpeando-se a árvore com varas grandes e flexíveis para que as azeitonas irem caindo em lonas previamente colocadas ao pé da oliveira) ou por meios mecânicos (equipamentos com mãos mecânicas que vibram a árvores e fazer o mesmo papel do vareo).
2.     Transporte ao moinho
As azeitonas colhidas são transportadas para o moinho onde se procede sua moagem. È importante que as azeitonas colhidas estejamlivre de pedras, terra e outras impurezas, pois elas podem causar rupturas na pele do fruto, propiciando o início do processo de fermentação, o que diminui a qualidade final do azeite a ser extraído. Ao chegar no moinho, as azeitonas são armazenadas em pilhas de pequena altura para evitar aquecimento e a ruptura da pele do fruto. Dessa forma, busca-se a minimização da fermentação das azeitonas, que diminui a qualidade da colheita. Por essa razão, para obter um azeite de qualidade, com baixa acidez, a azeitona deve ser processada até 24 horas após sua colheita.
3.     Lavagem
As azeitonas são colocadas em cintas transportadoras que cruzam por uma cortina de ar que retira as folhas que inevitavelmente acompanham os frutos. Em seguida, os frutos são selecionados por qualidade e lavados em água corrente para que sejam submetidos amoagem. 

4.     Moagem
A moagem consiste na trituração dos frutos (sem a retirada prévia dos caroços) até formar uma massa oleosa, cuja consistência é controlada adicionando-se água se necessário.

5.     Extração do azeite (separação da fase sólida e líquida)
A extração é a última etapa de obtençãodo azeite de oliva e pode ser feita de três maneiras diferentes. Mas seja lá qual for a maneira escolhida a temperatura do processo não porde ultrapassar a temperatura de 35ºC. Os métodos de extração mais modernos utilizam a centrifugação enquanto o mais antigo a pressão. Veja a seguir o funcionamento de cada um dos métodos.
Sistema tradicional por pressão, esse método é usado por fábricas artesanais, normalmente remanescentes ao longo dos séculos. A pasta moída é colocada em capachos, que por sua vez são sobrepostas na prensa e a medida que a pressão for aumentando libera-se o azeite e a água de vegetação. Com  o tempo,  por diferença de densidade, o azeite destaca-se da água e é recolhido.
Sistema contínuo por centrifugação
Planta continua de três fases:
A massa oleosa de azeitonas é diluída adicionando 1 litro de água para cada quilo de massa. Em seguida, a massa é passada em uma centrifugadora horizontal, na qual a parte sólida é separada da mistura oleosa. Ato contínuo, a massa liquida oleosa vai para uma centrifugadora vertical na qual é separado o azeite de oliva da água de vegetação.
Planta continua de duas fases:
Processo praticamente igual ao anterior com a diferença de que em lugar de adicionar água para a centrifugação horizontal, recicla-se a água de vegetação. Esse sistema vem se difundindo rapidamente, pois apresenta asseguintes vantagens:
- Alta capacidade de produção, o que diminui o tempo de estocagem das azeitonas, evitando fermentações melhorando a qualidade do azeite extraído.
- Maior  presença de polifenois, protetores naturais contra a oxidação, devido a reciclagem da água de vegetação, além de um menor impacto ambiental.
6.     Armazenamento
Após a sua extração, o azeite de oliva obtido é armazenado em armazéns 
até sua efetiva comercialização. Os recipientes de armazenamento devem ter características isolantes e não podem transferir odores estranhos ao produto. A temperatura adequada de armazenagem é de 15ºC a 18ºC. Outro aspecto importante é que deve existir pouca luminosidade no armazém. O material dos recipientes de armazenagem deve ser inerte (azulejo vitrificado, aço inoxidável, ou poliéster – fibra de vidro, etc). Ferro e cobre não são recomendados, pois favorecem a oxidação.
Obtenção dos azeites refinados
Às vezes, devido a condições climatológicas adversas, ao tipo do solo e a falhas do processo produtivo, os azeites virgens apresentam defeitos como excesso de acidez, cor ou odor estranhos, fato que os tornam impróprios para o consumo. Os azeites de oliva nessa condição são conhecidos como lampantes e são destinados para os processo de refino que ocorre em com 3 fases, cada delas visando corrigir um aspecto indesejado:
- Neutralização: reduz a acidez do azeite lampante à zero.
- Descoloração: retira a cor tornando o azeite lampante em um liquido semitransparente.
- Desodorização: retira o odor do azeite lampante tornando-o inodoro
Em seguida, o azeite refinado é misturado, em proporção variável, com azeite de oliva virgens, resultando em produtos adequados para o consumo.

domingo, 10 de julho de 2011

CULTIVO Y COSENHA EN EL ORIENTE ANTIGUO

El escriba Valdemir Mota de Menezes he leído este artículo sobre las costumbres orientales en el trabajo: Usos y Costumbres de las Tierras de la Biblia de Wight Fred



Cultivo y Cosecha del Grano

Las numerosas referencias al cultivo del grano en la ley de Moisés indica que se
esperaba que los israelitas vinieran a ser un pueblo agricultor después de la entrada a la tierra de Canaán, y que el cultivo del grano viniese a ser una de las principales industrias. Es un hecho notable que los métodos que usaban para cultivar y cosechar el grano son virtualmente los mismos que han usado los agricultores árabes en Palestina por siglos y hasta la actualidad.


PREPARACION PREELIMINARÍA PARA PLANTAR EL GRANO

Se espera la lluvia antes de arar la tierra. En Palestina el barhecho se hace después
que las primeras lluvias han suavizado la tierra (cf. Sal. 65:10). Estas lluvias usualmente llegan los últimos días de octubre o los primeros días de noviembre. Si no vienen en este tiempo, entonces el agricultor debe esperar hasta que vengan antes de barbechar su tierra. Job dice:
"Esperábame como a la lluvia" (Job 29:23). Y Jeremías describe la falta de lluvias así: .que se resquebrajó la tierra a causa de no llover en el país; los labradores, cubrieron sus cabezas" (Jer. 14:4). Una vez llegaba la lluvia, el labrador industrioso principiaba el barbecha de su tierra. "El perezoso no ara a causa del invierno" (Prov. 20:4) Tal hombre se recoge en su hogar y disfruta del calor del fuego pero no cosechará. El Dr. Thompson dice de un año en que los agricultores esperaron hasta el mes de febrero por lluvia suficiente para poder arar sus tierras para la cosecha del grano. La cosecha vino tarde, pero fue muy abundante.






Preparación para arar las tierras.

El labrador se prepara para labrar su tierra después que las primeras lluvias principian a caer si no lo hizo antes. Pasará los días asegurándose que su arado esté en buenas condiciones, y está listo para entrar en acción. Necesita cortar y afilar un nuevo aguijón para animar a su yunta de bueyes. También tendrá que ver que el yugo está
listo y se adapta bien a los cuellos de los animales. Un yugo pesado o de mala forma desuella a los bueyes. El Señor Jesús habló de "el yugo suave" que prometió a sus seguidores (Mat. 11:30). Cuando la tierra se ha suavizado lo suficientemente por las lluvias, entonces el barbecho de la tierra puede principiar.


EQUIPO USADO PARA BARBECHAR

El Arado.

Se construyen en Siria y Palestina un tipo de arado con dos vigas de madera
que se ensamblan y en la extremidad enfrente se engancha el yugo; en la extremidad trasera está asegurada la hita en cruz, la parte superior que sirve como mango o mancera, y la parte inferior a la que se asegura la reja de hierro. A en la actualidad se ve en muchas de las tierras bíblicas arando en lo que pudiera llamarse una "vara horquillada". Los escritores de Biblia a menudo mencionan rejas de hierro (1 Sam. 13:20, etc.). Estos arados pueden, sin mucho trabajo, convertirse en espadas para la guerra. Por eso el profeta Joel dice: "Haced espadas de vuestros azadones. (Joel 3:10). Exactamente al revés de esta profecía se sugirió por los profetas Isaías y Miquéas al predecir la edad de oro (Isa. 2:4; Miq. 4:3).


El yugo.

El yugo es un pedazo de madera tosca que se adapta al Pescuezo del ganado.
Dos palos se proyectan hacia abajo a los lados, Y una correa al final de estos palos que pasa bajo el pescuezo del animal que mantiene el yugo en su lugar. De estos yugos de madera a menudo se habla en las Escrituras (Jer. 28:13 etc.).

El Aguijón.

El aguijón lo lleva en la mano el nativo cuando ara. También se usó en tiempos bíblicos. Es una vara de madera que varía en tamaño y es de metro y medio hasta dos
o más, con una punta aguda. Con ésta el agricultor puede hacer apresurar los bueyes en su movimiento lento. Fue con un aguijón por el estilo Samgar mató a seiscientos filisteos (Jue. 3:31). La convicción de pecado que vino a Saulo de Tarso llevándose a su conversión la comparaba con los piquetes de un aguijón (Hech. 26:14).

ANIMALES USADOS PARA ARAR

Uso de los bueyes.

En los tiempos bíblicos casi exclusivamente se usaban los bueyes para arar las tierras. Por esta razón la expresión "un yugo" se usaba por los hebreos con lo que querían dar la medida de tierra que un yugo de bueyes podía arar en un día. (cf. 1 Sam. 14:14;
Isa. 5:10). Bueyes, como usaban el término los hebreos, quería decir animales de ambos sexos. Se usaban las vacas lo mismo que los bueyes con propósito de formar el tiro, pero estos últimos los castraban. Esto explica la razón de la ley que especificaba lo concerniente a una vaquilla usada para el sacrificio, fuera "sobre la que nunca se puso yugo" (Núm. 19:2).

La ley de Moisés prohibía que se arase con un buey y un asno en un mismo yugo (Deum 22:10). El Apóstol Pablo habla del "yugo desigual" en relación con unión de creyentes y no creyentes (2 Cor. 6:14). En la actualidad los árabes usan los bueyes para arar, aunque algunas veces usan camellos, o un buey y un asno, y a veces un camello y un asno.







PREPARACION DE LA TIERRA PARA LA COSECHA


Arar.

El barbecho de la tierra a la manera oriental es muy primitivo. El arado, es cuando
más un simple instrumento que puede llevarse, si es necesario a una distancia de tres
kilómetros hasta el lugar del trabajo por el agricultor. Por supuesto, en relación con los
implementos modernos, puede decirse que apenas araña la tierra. El que ara mantiene la mancera del arado en una mano, y en la otra lleva el aguijón con que anima a los animales.
Jesús dijo: "Ninguno que poniendo la mano al arado mira atrás, es apto para el reino de Dios" (Luc. 9:62). El describió con exactitud la operación al decir "la mano", es decir una, más bien que las dos como en el caso de un agricultor occidental. Sería fatal para el agricultor palestino mirar hacía atrás, porque el implemento es tan ligero, que el trabajador a menudo tiene que cargarse sobre él con todo su peso para evitar que salga del surco.

Los agricultores orientales algunas veces aran juntos, cada quien teniendo su arado y
yunta de bueyes, y siguen de cerca al que precede. Esta clase de club de agricultores se
adopta como protección de los ladrones beduinos, y también porque se desea la cooperación cuando las haciendas trigueras son grandes. Eliseo fue encontrado por Elías arando con otros once gañanes y un total de veinticuatro bueyes (1 Reyes 19:19).

El uso de zapapico.

Cuando la tierra está dura, en las laderas rocosas no es posible usar el arado. En esos lugares, si el agricultor es industrioso, preparará la tierra usando el pico o el azadón. Isaías habla de "montes que se cavaban con azada" (Isa. 7:25). Usando este instrumento, todo el terreno se aprovecha para la siembra.

El agricultor oriental muy raras veces usa fertilizante en sus tierras al cultivar el grano.
Algunas laderas usadas por el labrador para su sembrado tienen una cantidad pequeña de piedras calizas, diseminadas en él. Parte de la caliza de las piedras se disuelve con las lluvias, y revolviéndose con la tierra la enriquece para una buena cosecha de granos. Estas piedras son las encargadas de fertilizar la tierra. Los judíos modernos que vuelven de Occidente a labrar sus tierras, le añaden varias sustancias químicas del Mar Muerto como fertilizantes para su terreno. No se hace ninguna mención en la Biblia de fertilizar la tierra para las cosechas de granos. Jesús mencionó en una de sus parábolas la estercoladura de la higuera. (Luc. 13:1-9).










LA SEMBRADURA

Clases de grano que se siembra. Hay varias clases de grano que se usa en Oriente.
Las dos principales clases de granos que se cultivan en la antigua Palestina eran trigo y cebada. En Antiguo Testamento se menciona una vez el uso del mijo (Ezeq. 4:9). En los tiempos modernos, tanto el arroz como el maíz, se usan en Palestina, aunque el primero se importa principalmente.

Cuándo y cómo se siembra la semilla.

El labrador, por lo regular, lleva la semilla a su campo en un saco grande, sobre un asno, después, la bolsa de cuero que lleva bajo el brazo la llena con la milla del saco grande. Como regla general la semilla se esparce en todo lo ancho de la tierra, y luego se cubre por medio del arado, a menudo el sembrador camina a lo largo del
terreno esparciendo semilla, y luego uno de la familia o algún sirviente, si es que se tiene uno, le sigue directamente con el arado. La palabra bíblica «sembrar" que se usa en el Pentateuco (Gén. 26:12; Lev. 25:3, etc. quiere decir "esparcir la simiente".

La siembra, como la ilustra Jesús en sus parábolas. El proceso de la siembra y lo que
sucede a la semilla, está muy bien ilustrado en la parábola del sembrador. No podría
encontrarse un mejor cuadro del proceso oriental de sembrar el grano, que él que da hace Jesús en esta parábola (Mat. 13:3-8; Marc. 4:3-8; Luc. 8:5-8).
"He aquí el que sembraba salió a sembrar. Y sembrando, parte de la simiente cayó
junto al camino; y vinieron las aves y la comieron" (Mat. 13:3, 4) –

Había muy pocos caminos en conforme al uso moderno de la palabra, hasta que los romanos construyeron sus caminos, y éstos sólo conectaban los lugares más portantes. Porque se viajaba, ya fuera a píe, o por medio de asnos y camellos, sobre simples veredas, que era lo que había. Estas veredas eran cedidas para el uso público según costumbre antigua. Si tal vereda atravesaba la tierra de algún labrador, él araba la tierra hasta las orillas de la angosta vereda, pero la dejaba libre para el uso de los viajeros. Los evangelios sinópticos nos dicen de Jesús y sus discípulos cómo
viajaron de esa manera al través de un campo de trigo (Mat. 12:1; Marc. 2:23; Luc. 6:1).
Setos o cercas raramente se colocaban a lo largo de tales veredas. Cuando el labrador esparcía la simiente, alguna naturalmente caían sobre el camino y no siendo cubierta por el arado, pronto los pájaros, al descubrirla, se la comían.

Y parte cayó en pedregales, donde no tenía mucha tierra; y nació luego, porque no
tenía profundidad de tierra. Mas en saliendo el sol se quemó; y secóse porque no tenía raíz" (Mat. 13:5, 6, ). La idea aquí no es de una tierra plagada de piedras, sino de una capa delgada de tierra que apenas cubre la roca debajo. En estas condiciones el grano nacía pronto, pero por carecer de raíces profundas, se secaba por el fuerte sol y no llegaba a madurar.

.Y parte cayó en espinas; y las espinas crecieron, y la ahogaron". En Palestina y en
Siria existen muchos arbustos espinosos que crecen cerca del grano en el campo y algunas de ellas crecen entre el grano. El labrador nativo usa estos arbustos espinosos en el verano para hacer fuego y cocinar su comida, de allí que no sea tan cuidadoso para quitarlos de los lugares vecinos, y por eso algunos de ellos ahogan el trigo o la cebada cuando es pequeña.

"Y parte cayó en buena tierra, y dio fruto, cual a ciento, cual a sesenta y cual a treinta".
Los labradores nativos de las tierras bíblicas siempre tienen muy pocas ganancias de la simiente que siembran, porque sus métodos son primitivos. Pero hay ejemplos de buenas cosechas en tiempos modernos. El Rvdo. George Mackie, que fue misionero en Siria, ha dicho: "La tierra es en muchos lugares excesivamente fértil, y la utilidad corresponde a la cifra arriba citada en la parábola". Cuando Isaac sembró la rica sección del Negeb del sur de Canaán, dice la Escritura: "Y sembró Isaac en aquella tierra y halló aquel año ciento por uno" (Gén. 26:12).

ENEMIGOS DEL GRANO

Los Pájaros son enemigos del grano. En el Oriente, grandes parvadas de pájaros a
menudo siguen a los sembradores, cuando siembran la semilla, para cogerla, si acaso pueden, cuando la esparcen. Algo de la semilla así se pierde antes que el arado la cubra. Aquella que llega a caer en el camino instantáneamente es devorada por las aves (Marc. 4:4).

La Cizaña también es enemiga del grano. En su parábola de la Cizaña, Jesús dice:
"Mas durmiendo los hombres, vino su enemigo, y sembró el cizaña entre el trigo" (Mat. 13:25). En la Tierra Santa a la cizaña a menudo se le llama "trigo silvestre", porque se parece al trigo, sólo que sus granos son negros. El Dr. Thompson dice lo siguiente respecto a la cizaña:
"El nombre árabe para la cizaña es zawan, y abunda en todo Oriente; y es una gran
molestia para el agricultor. El grano es pequeño, y se encuentra en la parte alta del tallo, el que permanece peladamente erecto. Su sabor es amargo, y cuando se come
separadamente o cuando se diluye en el pan ordinario, causa vértigos y a menudo
actúa como vomitivo. Es pues un fuerte veneno soporífico, y debe cuidadosamente ser
separado, y sacado del trigo grano por grano, antes de molerlo de otra manera la harina no es saludable. Por supuesto los agricultores desean ardientemente exterminarla, pero eso es casi imposible".

El Fuego es otro de los enemigos del agricultor. En Palestina los árabes dejan que el
trigo se madure mucho, y así tan seco como una yesca lo cortan. Las espinas crecen, por lo general, en derredor del campo de trigo, y algunas veces mezcladas con el grano, y así es muy fácil que un fuego que principia se propague por medio de las espinas y extenderse al trigo; y es muy difícil mantener un campo de trigo fuera de su alcance. La ley de Moisés tenía un sabio reglamento acerca del fuego en relación a los campos de trigo: "Cuando hubiere un luego y hallare espinas, y fuere quemando montón, o aza, o campo, el que encendió el fuego pagará lo quemado" (Ex. 22:6).

Las langostas son un enemigo muy temido por los agricultores. Tal vez estas criaturas
son el enemigo más odiado del agricultor palestino. Son muy semejantes a los chapulines que conocen los occidentales. Cuando alcanzan la proporción de una plaga, son realmente una vasta multitud (cf. Jueces 6:5; 7:12) - Llegan a ocupar un lugar tan extenso como el de quince a Veinte kilómetros de largo y seis a ocho kilómetros de ancho. Se dice que marchan como un ejército. El libro de los Proverbios nos relata un hecho interesante acerca de ellas: "Las langostas no tienen rey, y salen todas acuadrilladas" (Prov. 30:27). Cuando el tiempo está frío y el aire húmedo, si llegan a mojarse con el rocío, entonces se quedan quietas allí donde está, hasta que el sol las seca y calienta. El profeta Nahum las describe así: "Que se sientan en vallados en días de frío, salido el sol se mudan" (Nahum 3:17). El profeta Joel describe el juicio del Día del Señor en términos de una invasión de langostas. La plaga de langostas oscurece la luz del sol a causa de su gran multitud (Joel 2:2). Antes de su venida, la tierra será como el Edén, pero cuando se van, queda como un desolado desierto (Joel 2:3). Su apariencia se compara a la de los caballos, porque la forma de su cabeza se parece a la del caballo (Joel 2:4). Hacen un gran ruido cuando comen (Joel 2:5). La consternación que causan al pueblo de la tierra puede describirse así: "Delante de él temerán los pueblos" (Joel 2:6). Son capaces de entrar por las ventanas y saltar las tapias o por las puertas de las casas (Joel 2:9). El hecho terrible es que algunas veces un enjambre de langostas tras otro puede invadir la misma sección de terreno. El Dr. Keil piensa que esto es lo que Joel 1:4 describe, más bien que las diferentes faces en el desarrollo de la langosta. El traduce literalmente este versículo, así: "Lo que quedó de la roedora, comió la multiplicadora, y lo que quedó de la multiplicadora, lo comió
la lamedora, y la devoradora comió lo que de la lamedora había quedado".


Los ladrones también son grandes enemigos del agricultor. Esto es cierto especialmente en los tiempos modernos cuando el gobierno ha sido estable y eficiente, así como bajo el yugo de los turcos. En estas condiciones, cuando el grano se ha plantado distante de villas donde los agricultores viven, o si ha sido plantado a un cercano territorio de alguna de las tribus feroces de árabes beduinos, hay riesgo de perder la cosecha, o al menos parte de ella. En muchas ocasiones en tiempos bíblicos, Israel perdió su cosecha que se robaron sus enemigos. Esto fue el caso especialmente en tiempos de los jueces. "Pues como los de Israel habían sembrado, subían los madianitas, y los Amalecitas, y los orientales" (Jueces 6:3).

Estando los enemigos cercanos, las cosechas se encontraban siempre en peligro de perderse, y aun la semilla era tomada a menudo. Así que el agricultor rústico es muy pobre, y su  suplemento de semilla pan siembra no es mucha, él continuará sembrando su semilla con cierto temor y temblor, pensando si levantará su cosecha o el se la quitará.. Como los sentimientos de los orientales son fácilmente cambiados, uno puede imaginárselos yendo con lágrimas a sembrar, luego si la cosecha llega a madurar, con regocijo la recogerá, es el cuadro que el salmista tenía en mente cuando escribió lo que sigue: "Los que sembraron con lágrimas, con regocijo segarán, andando y llorando el que lleva la preciosa simiente; mas volverá a venir con regocijo, trayendo sus gavillas" (Sal. 126:5, 6).

segunda-feira, 13 de junho de 2011

AVION AGRICOLE

AVION AGRICOLE

Depuis l'invention de l'avion que l'homme s'est vite rendu compte que ce véhicule avait de nombreux usages, parmi eux, pourraient être utilisés dans l'agriculture de semer les graines dans le domaine, mais travaille aussi à répandre des pesticides dans la lutte contre les ravageurs des cultures (par: scribe Valdemir Mota de Menezes)





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terça-feira, 10 de maio de 2011

VIVERO

En este caso, el escriba Valdemir Mota Menezes, enseña cómoplantar semillas. El reino vegetal es un don de Dios a los seres humanos.


cómo
Contenedores - las bolsas oscuras con pequeños agujeros, normalmente usado para hacer café o los árboles de eucalipto.Hay varios tamaños 20cm, 50cm, 80cm - Altura. por encima de la foto, que contienen semillas de guanábana - 50cm. Normalmente, el uso de 20 cm, porque las cosas sólo van a la sede definitiva.
Tierra al contenido - 1 / 3 de arcilla (rojo despeñadero) + 1 / 3 de arena + 1 / 3 de suelo orgánico o estiércol seco. Durante 50 plantas, con un contenido de 10 litros cubo de cada uno de los tres puntos.
Mezcla - reunir y mezclar todas las tierras de tres en una colina con una simple azada o una pala para recoger la basura. Con un tamiz de tela común, tamizar la tierra haciendo otra colina. Lo que no pasa por el tamiz que por separado.
Llenado las bolsas de plástico - la mejor manera de hacerlo es con un pedazo de tubo - 20cm - dos pulgadas de diámetro. Viste a la tubería a la mitad del plástico, que sostiene firmemente a la mano. A continuación, pegar el barril en el montículo de tierra tamizada para conseguir llenar los sacos. La medida correcta es de hasta dos pulgadas de su boca. Puede ser que es un poco extraño al principio, pero luego ves que es el uso del barril hace que la tarea más rápidamente.
¿Dónde poner - la ventaja sería la de reunir varias plantas en un lugar provisional, a la sombra, cerca o dentro de la casa, para facilitar, por ejemplo, el acto de regar hasta que las plántulas emergen y, a continuación, hasta que estén en el punto de cambio.
¿Qué tipo de planta - con recipientres listo, la elección es suya.Naranja, mandarina, papaya, maracuyá, tomate, cualquier cosa con semillas pequeñas. También es ideal para poner estacas de rosas, higos, sarmientos, etc. Si las semillas de limón, papaya o fruta de la pasión - la planta es de dos a tres semillas por bolsa.Usted será más vigorosa.
Profundidad - depende del árbol. Las semillas de cítricos debe ser enterrado cerca de dos pulgadas. Hortalizas - muy poco profundas.
El agua - sin agua y la oscuridad, las semillas no crecen bien.Riego y antes de la siembra, y luego en la mañana y la tarde. El mejor punto es que la humedad después del riego no hay barro.
Cobertura - debido a la necesidad de la oscuridad, después de plantar las semillas en la parte superior de las bolsas juntos en un rincón o debajo de una sombra, por lo general ponen dos hojas de papel, doblada con distribuídios pesas pequeñas en la parte superior. El agua y la oscuridad - para germinar, las semillas no pueden tomar el sol directo o el deslumbramiento. Dos días después de nacer, y cada especie tiene su propio tiempo, cortar las hojas de papel, sin embargo, dependiendo de la especie, las bolsas se encuentran en la sombra.
¿Por qué utilizar las bolsas para que las plantas: es un lugar temporal, puede cuidar en el balcón de su casa en la terraza en el patio trasero. Después de grande puede ser presentada a su ubicación final. Hay plantas que la mínima de rotura de las raíces mueren cuando se trasplantan de un lugar a otro. Uso de la bolsa de plástico, no. Sólo tenga cuidado en el acto de desgarrar la parte inferior del envase en el acto final de la siembra.

quinta-feira, 17 de março de 2011

VILA DE SÃO VICENTE


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terça-feira, 1 de março de 2011

MANDIOCA CASSAVA

MANIOC (FRANÇAIS)

Le manioc est une racine, dont la nourriture est nutritif et savoureux. Le manioc est une culture plantée dans presque tous la planète terre. Pour plus de facilité à s'adapter au climat et du sol, il est connu comme le pain aux pauvres. Sur le site je montre les merveilles de Dieu à travers la germination des plantes et la production alimentaire qui poussent de la terre. Du manioc et au-delà, je me nourrir de cette racine, je sers l'alimentation des animaux et je fait don de quatre boîtes de manioc (100 livres) chaque mois. Pour l'agriculteur Valdemir Mota de Menezes




CASSAVA (ENGLISH)

Cassava is a root, whose food is nutritious and tasty. Cassava is a crop planted in almost all the planet earth. For ease in adapting to climate and soil, it is known as BREAD FOR THE POOR. At the site where I watch the wonders of God through germination of plants and food production that sprout from the earth. I plant cassava and beyond to feed me with this root, I serve as feed for animals and I donated four boxes of cassava (100 pounds) every month. For the farmer Valdemir Mota de Menezes



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MANDIOCA (PORTUGUES)

A  mandioca é uma raiz, cujo alimento é nutritivo e saboroso. A mandioca é uma cultura plantada praticamente em todo o planeta terra. Por sua facilidade em se adaptar a solo e clima, ela é conhecida como PÃO  DOS POBRES. No sítio onde eu assito as maravilhas de Deus através da germinação dos vegetais e da produção de alimentos que brotam da terra. Eu planto mandioca e além de me alimentar com esta raiz, eu sirvo como ração para os animais e faço doação de 4 caixas de mandiocas (100 kilos) todo mês. Pelo agricultor Valdemir Mota de Menezes



MANIOCA (ITALIANO)

La manioca è una radice, il cui cibo è nutriente e gustoso. La manioca è una pianta coltivata in quasi tutto il pianeta terra. Per facilità di adattamento al clima e del suolo, è noto come il pane per i poveri. Presso il sito dove guardo le meraviglie di Dio attraverso la germinazione di piante e di produzione alimentare che spuntano dalla terra. I manioca pianta e al di là di nutrire me con questa radice, mi servono come mangimi per gli animali e ho vinto quattro scatole di manioca (100 libbre) ogni mese. Per l'agricoltore Valdemir Mota de Menezes



YUCA  (ESPAÑOL)

La yuca es una raíz, cuyo alimento es nutritivo y sabroso. La yuca es un cultivo sembrado en casi todo el planeta tierra. Para facilitar la adaptación al clima y suelo, es conocido como Pan de los pobres. En el sitio donde ver las maravillas de Dios a través de la germinación de las plantas y la producción de alimentos que brotan de la tierra. Yo planta de yuca y más allá para darme de comer con esta raíz, que sirven como alimento para los animales y que donó cuatro cajas de yuca (100 libras) cada mes. Para el agricultor Valdemir Mota de Menezes