terça-feira, 25 de setembro de 2012

BANANICULTURA

Os textos a seguir foram extraidos da internet, mas não tive o cuidade de citar a fonte, pois foram textos que coloquei em uma pasta no meu computador para aprender mais sobre BANANA e seus derivados. No meu sítio tenho muitas bananeiras, já foram mais de três mil, hoje, só algumas centenas. Além de utilizar sua produção para consumo humano, também alimento os animais do sítio com banana (galinhas, patos, pássaros, coelhos, porquinho-da-Índia, codornas e etc..)

Comentário do Escriba Valdemir Mota de Menezes.
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RECEITAS 21/05/2006 - 07h20


Bala de banana


A bala de banana é um doce bem brasileiro e fácil de fazer.



Ingredientes

- 1 quilo de banana

- ½ quilo de açúcar

- 50 ml de suco de limão

- 50 gramas de chocolate



Preparo

Lave as bananas ainda com casca, descasque e corte em rodelas finas.

Coloque as bananas no liquidificador e bata até ficar uma pasta homogênea.

Em uma panela, misture a pasta com os outros ingredientes. Leve ao fogo e mexa sempre até que o fundo esteja soltando.

Coloque o açúcar cristal em uma assadeira e jogue a massa por cima. Deixe esfriar durante um dia.

Depois, espiche a massa em cima de uma mesa coberta por açúcar.

Com uma tesoura, corte os quadradinhos e passe novamente no açúcar.

A bala está pronta!



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BALAS DE BANANA



Ingredientes

1 kg de banana; 800 gramas de açúcar e 2 colheres de suco de limão.



Modo de preparar

Descasque as bananas e corte em fatias finas, leve ao fogo com o açúcar e o suco de limão. Deixe apurar até aparecer o fundo da panela. Coloque em um prato untado com manteiga, deixe esfriar, faça as balas e enrole em papel celofane.

Data Edição: 13/10/04

Fonte: Toda Fruta


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BANANICULTURA: A PREVENÇÃO DA SIGATOKA NEGRA NO ESTADO DE GOIÁS




A bananicultura é a principal atividade frutícola, do Centro-Oeste, com uma área em produção equivalente a 13,42% do que é ocupado com essa cultura no Brasil. Nesta região há uma marcante presença dos cultivares do tipo Terra e Maça. No Mato-Grosso, onde se encontra a maior área física plantada, há predominância do cultivar Maçã, que ocupa cerca de 80% das plantações. Em seguida está o cultivar “Farta-Velhaca”, contribuindo com 10% do total plantado e os 10% restantes são ocupados por cultivares dos subgrupos Prata e Cavendish.




NOVAS OPÇÕES À BANANICULTURA DE MINAS GERAIS




Segundo dados da FAO, em 2002 a banana foi cultivada em 124 países e ocupou em 2002 uma área de 4,2 milhões de hectares, com uma produção de 69,5 milhões de toneladas. Apesar disto, apenas os cinco maiores produtores mundiais são responsáveis pela produção de 58% desse total. A Índia é o maior produtor, seguida pelo Equador, Brasil, China e Filipinas.



BANANICULTURA: A PREVENÇÃO DA SIGATOKA NEGRA NO ESTADO DE GOIÁS




O todafruta agradece a valiosa colaboração da Profa. Dra. Silvia Correa Santos – CAJ/UFG (Fitotecnia e Melhoramento de Plantas) correa@jatai.ufg.br e da Profa. M.Sc. Luciana Celeste Carneiro – CAJ/UFG (Fitopatologia)



A Bananicultura no Centro-Oeste Brasileiro



A bananicultura é a principal atividade frutícola, do Centro-Oeste, com uma área em produção equivalente a 13,42% do que é ocupado com essa cultura no Brasil. Nesta região há uma marcante presença dos cultivares do tipo Terra e Maça. No Mato-Grosso, onde se encontra a maior área física plantada, há predominância do cultivar Maçã, que ocupa cerca de 80% das plantações. Em seguida está o cultivar “Farta-Velhaca”, contribuindo com 10% do total plantado e os 10% restantes são ocupados por cultivares dos subgrupos Prata e Cavendish.



Para o Estado de Goiás a cultura da banana destaca-se como uma das principais fruteiras cultivadas, com grande importância social. Segundo dados do IBGE (1999), o Estado possui cerca de 14,8 mil hectares de área plantada com a cultura, que apresenta um rendimento médio em torno de 11 mil kg/ha e aproximadamente 4.500 produtores. Os principais municípios produtores são: Anápolis, Anicuns, Buriti Alegre, Jataí, Pirenópolis e Santa Fé de Goiás. O Estado é o segundo colocado regional, tanto em área como em volume de produção. O cultivar Nanica, que no ano passado foi a mais cultivada, foi substituída pelos cultivares Nanicão e Prata. O mesmo vem ocorrendo com o cultivar Maçã, que até a década de 80 era mais plantada, mas devido ao Mal-do-Panamá foi sendo dizimado de forma gradativa, dando lugar a cultivares como Nanicão. Os plantios remanescentes da cultivar Maçã concentra-se na região denominada Mato Grosso Goiano, que vai desde o vale do Araguaia até próximo a Goiânia (Goiás Velho, Maranhão, etc.). Na região de Jataí se destaca o cultivar Terra. No sul de Goiás (Goiatuba, Buriti Alegre, etc.), onde no passado se plantou o cultivar Prata, a bananicultura atualmente se encontra decadente. Vale lembrar que a bananeira (Musa spp.) é uma planta originária da Ásia, cultivada pelo homem, na Índia, desde 327 anos antes de Cristo. É explorada na maioria dos países tropicais como Índia, Equador, Filipinas, Costa Rica, Honduras, entre outros. Consumida em sua quase totalidade na forma in natura, a banana, não só por seu valor nutritivo como por seu custo relativamente baixo, é um dos frutos mais consumidos no mundo. Para o Brasil, é a segunda fruta mais consumida, sendo produzida praticamente em todos os Estados da Federação, com uma área colhida acima de 520 mil hectares e produção superior a 6,7 milhões de toneladas por ano. São Paulo contribui com a maior produção por estado, com cerca de 1,1 milhão de toneladas por ano (Agrianual, 2000). Além do aspecto nutritivo, a bananicultura também apresenta importância por fixar o homem no campo já que sua produção ocorre durante o ano todo.



A ameaça da Sigatoka Negra



A Sigatoka Negra, causada pelo fungo Mycosphaerella fijiensis é atualmente o principal problema fitossanitário da cultura da banana. Nas plantas atacadas ocorre destruição rápida das folhas, afetando o crescimento e a produtividade das plantas devido ao comprometimento da capacidade fotossintética. As plantas doentes têm a sua produtividade reduzida e a qualidade da fruta é comprometida pela maturação precoce. Nos países tradicionalmente produtores de banana (Costa Rica, Honduras, Equador e México), a Sigatoka Negra modificou drasticamente o sistema de produção e as estratégias de controle da Sigatoka Amarela (forma menos agressiva da doença e de ocorrência generalizada por todas as regiões de cultivo do mundo), aumentando o número de pulverizações anuais de sete para até cinqüenta, elevando o custo de produção.



A Sigatoka Negra foi primeiramente relatada no Brasil em 1998, nos municípios de Tabatinga e Benjamin Constant no Estado do Amazonas e foi disseminada rapidamente dentro desse Estado, estando hoje relatada também nos Estados do Acre, Rondônia, Amapá e Mato Grosso. Apesar dos propágulos do fungo serem naturalmente transportados via corrente aérea, esse transporte não é eficiente para disseminá-los a longas distâncias. Acredita-se que a disseminação da doença na região norte do país tenha ocorrido de forma rápida devido ao transporte fluvial de plantas infectadas para áreas ainda indenes. Nas condições climáticas da região Centro-Oeste, acredita-se que a disseminação ocorra principalmente por meio do transporte rodoviário de frutos e mudas. Em Goiás ainda não foi relatada a ocorrência da doença, no entanto, a sua localização geográfica e divisa com o Estado de Mato Grosso coloca-o em uma área de risco, principalmente na divisa e nas rodovias que constituem a rota de transporte de produtos agrícolas provenientes de regiões onde a doença já ocorre. A ocorrência desta doença no Brasil tem impossibilitado legalmente a exportação da fruta para outras regiões indenes, bem como a exportação para outros países, em função das medidas legislativas adotadas em decorrência do estabelecimento da doença. No Estado do Mato Grosso o registro da doença levou a interdição das unidades agrícolas de produção, gerando problemas sociais e econômicos, principalmente em produtores familiares, que vivem da comercialização da banana e que exploram o mercado de outros Estados, ficando impossibilitados de realizar este comércio, gerando conflitos políticos, e exigindo dos governos estadual e federal, soluções para o problema.



A saída emergencial contra a doença adotada por países onde a cultura é conduzida sob alta tecnologia foi a intensificação do controle químico, o que contudo, eleva o custo de produção. Condição bastante diferente de cultivo é encontrada na região Norte do País, onde a banana é cultivada sob pouca tecnologia e empregada integralmente na alimentação das populações de baixa renda. Nessa realidade, a substituição dos cultivares susceptíveis por cultivares resistentes a Sigatoka Negra foi à saída que permitiu a continuidade da bananicultura pelas populações de baixa renda. Essa medida foi possível mediante a sábia ação preventiva de pesquisadores brasileiros que muito antes da chegada dessa doença no Brasil, já conduziam trabalhos de adaptação de cultivares resistentes provenientes de instituições internacionais de pesquisa em bananicultura como a Fundação Hondurenha de Investigação Agrícola. Atualmente as instituições nacionais também desenvolvem cultivares resistentes, alguns inclusive já lançados comercialmente. O melhoramento genético de bananeiras visando variedades resistentes é uma linha de pesquisa prioritária, devido a crescente dispersão da Sigatoka Negra no mundo e ao impacto econômico que representa. O uso de cultivares resistentes é de extrema importância, sendo necessário que se implantem nos sistemas de pesquisa regionais, unidades capazes de desenvolver e selecionar materiais adequados aos hábitos de consumo das diferentes regiões produtoras e consumidoras do país. Em regiões de cultivo onde o controle químico da doença se apresente satisfatórias, medidas de controle culturais deverão ser adotadas conjuntamente ao controle químico para que sua eficiência seja atingida, tais como, o manejo adequado da água, o controle das plantas daninhas, a cirurgia das partes das folhas atacadas e a utilização e manutenção correta da densidade populacional. A utilização de equipamentos adequados para a pulverização, sua calibragem e manutenção corretas são imperiosas. Os produtos utilizados no controle são óleo mineral e fungicida sistêmicos, dentre os quais, novos princípios ativos, mais eficientes e de maior período residual e de mais fácil aplicação estão sendo disponibilizados no mercado.






Outros problemas fitossanitários da bananicultura são a Sigatoka Amarela (Mycosphaerella musicola), o Mal-do-Panamá (Fusarium oxysporum f. sp. cubense), Moko (Pseudomonas solanacearum), algumas viroses, nematóides (Radopholus similis, Helicotylenchus multicinctus, Pratylenchus coffeae e Meloidogyne spp.) e a broca ou “moleque” da bananeira (Cosmopolites sordidus). As espécies comestíveis do gênero Musa spp. são plantas poliplóides e por conseqüência, são também altamente estéreis, obrigando que sua propagação ocorra de forma vegetativa. Desde épocas remotas, o estabelecimento de novas áreas de cultivo tem sido feito por meio de rizomas inteiros ou fracionados, bem como através de brotações extraídas de lavouras já estabelecidas. Tal método de propagação apresenta o grave inconveniente de ser o principal veículo de disseminação de pragas para os novos bananais.



Projeto de Prevenção da Sigatoka Negra no Estado de Goiás



No ano de 2000, frente à ameaça da entrada da Sigatoka Negra no Estado, iniciou-se o “Projeto de Prevenção da Sigatoka Negra no Estado de Goiás”, com o objetivo de retardar a entrada dessa doença no Estado e salvaguardar as demais unidades da Federação ainda indenes e preparar os agricultores para o manejo da doença caso ela se estabeleça. Trata-se de um trabalho pioneiro no Estado, idealizado por técnicos da Delegacia Federal da Agricultura em Goiás. A execução do Projeto faz parte de uma ação conjunta entre Delegacia Federal de Agricultura em Goiás – Ministério da Agricultura e Abastecimento, Universidade Federal de Goiás – Campus Avançado de Jataí, Embrapa, AGÊNCIARURAL e Associação de Fruticultores de Jataí. O projeto está em andamento desde o ano de 2000 e tem como metas à difusão e transferência de tecnologia em bananicultura (capacitação de técnicos, cursos de atualização para produtores, dias de campo); a introdução e avaliação de cultivares resistentes a Sigatoka Negra nas condições de Jataí-GO, região tipicamente produtora de banana da Terra e monitoramento fitossanitário nas áreas de riscos por meio de barreiras nos postos de fiscalização interestaduais. O município de Jataí, por ter uma produção significativa do cultivar Terra e por possuir uma associação organizada de fruticultores, foi escolhido para a instalação de unidades demonstrativas de tecnologia em bananicultura. Oportunamente, nesse período vinham se intensificando as atividades de pesquisa do recém instalado Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Goiás em Jataí, a qual deu início aos estudos acadêmicos sobre o comportamento fitotécnico dos cultivares resistentes a Sigatoka Negra no Sudoeste Goiano. Também foram iniciadas as atividades de extensão e defesa fitossanitária sob coordenação da AGÊNCIARURAL.



Já foram realizados 3 cursos de aprimoramento tecnológico para engenheiros agrônomos extensionistas e técnicos agrícolas nas áreas de fitossanidade, adubação e condução da cultura. Também foi realizado um Dia de Campo para apresentação dos cultivares resistentes e alguns profissionais da área de fitopatologia receberam treinamento em Manaus para diagnóstico preciso da Sigatoka Negra. Com relação à pesquisa, dois projetos foram submetidos a editais de financiamento e uma bolsa de iniciação científica (PIBIC) já foi aprovada. O Projeto continua em andamento e novas atividades estão previstas, como novos Dias de Campo, cursos e palestras.



A pesquisa em andamento



Na fazenda experimental do Centro de Ciências Agrárias - Campus Avançado de Jataí - UFG e numa propriedade rural estão instalados dois experimentos visando a introdução e avaliação de cultivares de bananeira resistentes a Sigatoka Negra. Na fazenda experimental a cultura é irrigada por microaspersão, conduzida em solo de baixa fertilidade natural, e no produtor rural a cultura é conduzida em sequeiro, em solo de alta fertilidade, simulando as condições adotadas pelos produtores de banana da Terra da região. Os cultivares testados são: FHIA-18, FHIA-1, FHIA-21, Caipira e Thap Maeo. Junto a este experimento também estão sendo comparadas as características do cultivar Terra, que é tradicionalmente cultivado na região. No primeiro ano de experimento, os resultados foram satisfatórios. Os cultivares FHIA-21 e FHIA-1 tiveram os maiores valores de peso de cachos em quilogramas por planta, peso do engaço, comprimento do engaço, diâmetro do engaço, peso da 2a penca, diâmetro do fruto da 2a penca e comprimento do fruto da 2a penca. Os cultivares FHIA-18 e FHIA-21 tiveram uma excelente aceitação no mercado. Os dados parciais dos ensaios de pesquisa serão apresentados no V SIBANANA (Simpósio Brasileiro de Bananicultura) a ser realizado em Paracatu, MG.



Depois de um Dia de Campo da Cultura da Bananeira realizado no Centro de Ciências Agrárias - Campus Avançado de Jataí – UFG em 2002 e do 2o JATAIMILHO em 2003, a procura por mudas dos cultivares resistentes a Sigatoka Negra intensificou, inclusive por produtores de outras regiões do Estado. Além disto, a procura por outras fruteiras, como maracujá, uva, figo, coco, também aumentaram. O Projeto aproximou a pesquisa da Universidade aos trabalhos de extensão e defesa fitossanitária da AGÊNCIARURAL. Esta união reflete hoje no setor produtivo, uma vez que o bananicultor parece estar mais estimulado à adesão de novas tecnologias.



A iniciativa do Projeto e seu pioneirismo demonstram que o Estado está capacitado tecnicamente para o desenvolvimento técnico-científico e torna pública a capacidade de trabalho multidisciplinar dos diferentes órgãos de pesquisa e extensão do Estado.



Cultivares de bananeira resistentes a Sigatoka Negra disponíveis na Unidade Didática do Centro de Ciências Agrárias e Biológicas - Campus Avançado de Jataí – Universidade Federal de Goiás.







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Nomes Populares - Banana (bananeira)



Nome Científico - Musa X paradisíaca L. / família Musaceae.



Origem - Ásia



Partes usadas - Folhas e frutos.



Características da planta - Planta com caule suculento e subterrâneo, cujo "falso" tronco é formado pelas bases superpostas das folhas. Folhas grandes de coloração verde-clara e brilhantes. Flores em cachos que surgem em séries a partir do chamado "coração" da bananeira.



Fruto - Alongado, de casca mole, com a polpa carnosa de coloração amarelada, variável de acordo com a variedade.



Cultivo - Propaga-se por rizoma, por não possuir sementes. Pode ser plantada em todo o território brasileiro durante a estação chuvosa, produzindo o ano todo. As variedades mais cultivadas são: prata, nanica, maçã, terra e pacova. Cresce em áreas com muito sol e não suporta solos encharcados. Um cacho fornece de 5 a 40 Kg, dependendo da variedade.



Conservação - A maioria das bananas é mais doce quando a casca amarela não tem nenhum traço verde e fica cheia de pontinhos marrons. Para retardar o amadurecimento, mantenha as bananas na geladeira; a casca ficará marrom mas a polpa continuará firme e cremosa por alguns dias.





Composição média por 100 gramas





Informações gerais - Quando não maduras, as bananas são, em geral, de cor verde. Seu sabor é adstringente e intragável; diz-se que ela "pega" na boca. Isto porque, antes da sua maturação, as bananas se compõem, basicamente, de amido e água. Tanto é assim que, com a maioria das bananas verdes, pode-se produzir uma farinha extremamente nutritiva, que tem inúmeras aplicações na alimentação. Em seu processo de amadurecimento, a maior parte desse amido contido nas bananas transforma-se em açúcar (glicose e sacarose). E é por isso que, de maneira geral, a banana é uma das frutas mais doces entre todas as frutas.



Bananas, existem muitas. As comestíveis são agrupadas em variedades de acordo com a consistência e a coloração da casca e da polpa. Mas, para cada função ou uso, uma é melhor do que a outra, respeitando-se as preferências regionais e pessoais. Bananas de mesa são, por exemplo, as variedades maçã, ouro, prata e nanica, que na verdade é grande, levando esse nome em virtude da baixa altura da planta em que nasce. Bananas para fritar são as variedades de banana da terra e figo; a nanica, deve ser preparada apenas à milanesa porque, do contrário, desmancha-se na fritura. A banana-chips, novidade deliciosa do norte do Brasil, é feita com a variedade pacova. Banana para cozinhar é especialmente a variedade da terra; e também no norte, a pacova. Banana para preparar a passa é a prata; bananas para compotas são as variedades figo e nanica; banana para bananadas, doces de colher e de cortar, são de preferência a prata, mas também a nanica; banana para farinhas são quase todas quando verdes. Além disso tudo, as bananas entram como ingrediente em uma grande quantidade de pratos salgados típicos das culinárias regionais brasileiras. Considerada por muitos, a fruta perfeita, a banana é fruta de muitas qualidades: amadurece aos poucos, fora do pé, facilitando a colheita, o transporte e o aproveitamento; é fácil de mastigar, nem muito dura, nem muito mole, não dá trabalho para descascar; é fácil de comer e não suja as mãos com sucos e caldos; tem um gosto bom, nem doce demais, nem azeda; não é enjoativa ou indigesta, é altamente nutritiva, bastando umas poucas para matar a fome; e totalmente aproveitável e sem caroços; não tem espinhos, nem fiapos e nem bichos, nasce em todo tipo de solo e pode ser encontrada durante o ano inteiro.






O Brasil é o maior produtor e consumidor mundial de banana. Colhe anualmente, cerca de 570 milhões de cachos, o que corresponde a um volume de pelo menos 15 milhões de toneladas, em uma área plantada de cerca de 500 mil hectares. A tendência, no país, é aumentar a exportação, embora ainda haja espaço para o crescimento do consumo no mercado interno.







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Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural - Incaper vem Ointroduzindo e estudando cultivares e clones de bananeira desde 1976, com o objetivo de selecionar plantas resistentes às principais doenças, produtivas e com frutos de qualidade com aceitação comercial.

Em 1982, foi iniciado o Programa de Melhoramento Genético da Bananeira, coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa de Mandioca e Fruticultura Tropical, CNPMF/EMBRAPA, Cruz das Almas-BA, com o principal objetivo de obter híbridos tetraplóides (AAAB) resistentes às principais doenças, além de mais produtivos e com melhor qualidade de frutos. Neste programa, utilizando como parental feminino a cv.

Pacovan, triplóide (AAB) e como parental masculino o diplóide (AA) M53, foram gerados centenas de híbridos tetraplóides, que foram avaliados em diferentes regiões produtoras do Brasil. Alguns destes foram introduzidos e estudados nas Fazendas Experimentais do Incaper, em Alfredo Chaves e Cafundó, de onde se selecionaram as cultivares Vitória e Japira.



Descrição das Cultivares

Essas novas cultivares apresentam a maioria de suas características, tanto de desenvolvimento quanto de rendimento, superiores à cultivar Prata e bastante semelhantes à cv. Pacovan. Além disso, são superiores a estas cultivares quanto à reação às doenças, sendo resistentes à sigatoka-amarela, à sigatoka-negra e ao mal-do-panamá.

As novas cultivares foram avaliadas nos últimos 10 anos em diferentes ecossistemas, no Espírito Santo (Incaper), na Bahia (Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical) e no Amazonas (Embrapa Amazônia Ocidental), em confronto com as cultivares suscetíveis às doenças, tendo apresentado características agronômicas semelhantes e/ou superiores, especialmente às da ’Prata’ e ’Pacovan’. Com praticamente o mesmo porte da ’Prata’, são plantas vigorosas e podem ser cultivadas nos mesmos espaçamentos e seguindo as mesmas recomendações técnicas usadas na ‘Prata’. Apresentam bom perfilhamento, bom desenvolvimento e crescimento, produzindo frutos de excelente qualidade para o mercado.

As análises químicas dos frutos revelaram que suas características relativas à acidez (ATT) e ao amido foram similares às da banana ’Prata’, tendo uma maior “vida de prateleira”, após a colheita, além de maior resistência à antracnose, o que pode facilitar a sua adoção pelos produtores e preferência pelos consumidores.

As cultivares Vitória e Japira vêm suprir a lacuna deixada pela ausência de uma cultivar do subgrupo Prata resistente a sigatoka-negra, doença que hoje ameaça praticamente todo o território nacional, possibilitando, assim, disponibilizar para os bananicultores e consumidores novas alternativas economicamente viáveis.



Principais características das cultivares Vitória e Japira, comparada com as cultivares Prata e Pacovan, segundo a média dos dados coletados no Espírito Santo, Bahia e Amazonas Ocidental








O Incaper mantém um campo de produção de mudas na Fazenda Experimental de Alfredo Chaves, para implementar pomares clonais, em cooperação com a SEAG, prefeituras municipais, cooperativas e associações de produtores, visando à distribuição de mudas para os bananicultores. Matrizes destas cultivares, estão também disponíveis na Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical.



EQUIPE TÉCNICA

José Aires Ventura - Pesquisador do Incaper, Doutor em Fitopatologia

Sebastião de Oliveira e Silva - Pesquisador da Embrapa, Doutor em Genética e Melhoramento de Plantas

José Antonio Gomes - Pesquisador do Incaper, Doutor em Solos e Nutrição de Plantas

Renato José Arleu - Pesquisador do Incaper, Doutor em Entomologia

Hélcio Costa - Pesquisador do Incaper, Doutor em Fitopatologia

Luadir Gasparotto - Pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Doutor em Fitopatologia

José Clério Rezende Pereira - Pesquisador da Embrapa Amazônia Ocidental, Doutor em Fitopatologia

Mirza Carla N. Pereira - Pesquisadora da Embrapa Amazônia Ocidental, Mestre em Produção Vegetal

Braz Eduardo V. Pacova - Pesquisador Embrapa/Incaper, Doutor em Genética e Melhoramento de Plantas



Agradecimentos: Ao Técnico Agrícola Jomar Luiz Roversi pelo apoio na condução dos trabalhos de campo.



DOCUMENTO Nº 142

ISSN:

Editor: DCM-Incaper

Tiragem: 3.000

Vitória-ES

Agosto, 2005

1519-2059


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Licor de banana - I. Ingredientes 6 bananas; ½ kg de açúcar; ½ litro de água e ½ litro de álcool a 42ºC. Modo de preparar Dissolva o açúcar na água. …

www21.sede.embrapa.br/receitas/banana/index_html/bebidas_html/getView



Veja a receita que rende até um litro de licor de banana.


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

REDUCES THE USE OF PESTICIDES

The study of animals, in this case the insects, can bring benefit to the management of crops, because it reduces the use of pesticides, contributing to the quality of the product. To illustrate the importance of zoological knowledge, we can mention the technique based on biological control, which is the use of natural enemies to control insectivorous pests. The application of this method is intrinsically linked to the knowledge of the trophic ecology of the species involved.

For example:


- There is an aphid (Aphis gossypii Glover) infesting cotton crops in the Federal District. In a study by EMBRAPA (2005), could be seen that species of ladybugs can be used to control populations of this species of aphid. The use of biological control has many advantages such as reduced spending by low consumption of insecticide and low implementation cost, absence of harmful effects to human health and no development of resistance to natural enemies as with chemicals.

By Biologist Valdemir Mota de Menezes, The Scribe.

PRAGAS DA NATUREZA

AS PRAGAS DA NATUREZA

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A informação abaixo o Escriba Valdemir Mota de Menezes obteve no curso de Licenciatura em Biologia, pela Universidade Metropolitana de Santos (Aula Zoologia Aplicada - Os invertebrados I)


Como observamos anteriormente, na disciplina Tópicos Especiais em Biologia I, a zoologia se encarrega do estudo dos animais. Nesta aula vamos estudar algumas das diversas aplicações da Zoologia, com ênfase nos invertebrados. Desde o início da agricultura, que começou próxima aos Rios Nilo, Tigre, Eufrates, Amarelo e Azul, quando a civilização humana era diminuta em relação ao número atual, o ser humano vem desenvolvendo técnicas cada vez mais avançadas para elevar a produção agrícola e, ao mesmo tempo, todos os anos, pesticidas são lançados às toneladas nas lavouras para controlar as pragas que devastam as plantações. Na maioria dos casos, essas pragas que surgem nas lavouras são insetos, mas, do ponto de vista ecológico, os insetos não podem ser considerados como pragas, pois eles têm um importante papel na manutenção do equilíbrio ecológico (CROCOMO, 1990). Por outro lado, a forma com que o ser humano desenvolve a agricultura não permite que o ecossistema agrícola permaneça em equilíbrio, já que a manutenção deste equilíbrio depende da estabilização da vegetação, o que não ocorre devido à necessidade da retirada, ou seja, da colheita da lavora. O estudo dos animais, neste caso os insetos, pode trazer benefício para o manejo das lavouras, pois diminui o uso de agrotóxicos, contribuindo para a qualidade do produto colhido. Para exemplificar a importância do conhecimento zoológico, podemos citar a técnica baseada no controle biológico, que consiste no uso de inimigos naturais para o controle de pragas insetívoras. A aplicação deste método está intrinsecamente ligada ao conhecimento da ecologia trófica das espécies envolvidas. Por exemplo: - Existe uma espécie de pulgão (Aphis gossypii Glover) que infesta as lavouras de algodão do Distrito Federal. Em um estudo realizado pelo EMBRAPA (2005), pôde se constatar que espécies de joaninhas podem ser utilizadas para controlar populações desta espécie de pulgão. A utilização do controle biológico traz muitas vantagens como diminuição do gasto pelo baixo consumo de inseticida e baixo custo de implementação, ausências de efeitos prejudiciais à saúde humana e o não desenvolvimento de resistência aos inimigos naturais como ocorre com os produtos químicos. Uma limitação do uso da técnica de controle biológico é que os verdadeiros resultados gerados por este tipo de ação só poderão ser visualizados após um longo período. Algumas espécies animais, além de prejudicar as lavouras, podem trazer doenças aos seres humanos, é o caso de Achatina fulica (Bowdich, 1822), mais conhecido como caramujo africano. Esta espécie de molusco é uma praga introduzida no Continente Americano que já devastou lavouras em vários países (VASCONCELLOS & PILE, 2001). Segundo TELES et al. (1997), foi introduzido no Brasil para criação em cativeiro, com o objetivo de comercialização para restaurantes especializados, mas o produto não foi bem aceito no nosso país e os criadores abandonaram o negócio, com isso, a praga se alastrou por várias partes do país, chegando até as regiões entre marés (SANT’ANNA et al., 2005), servindo de recursos de concha para organismos marinhos como os ermitões. Esta espécie, além de destruir lavouras, pode transmitir doenças como a meningite eosinofílica ou angiostrongilíase meningoencefálica (VASCONCELOS & PILE, 2001). Apesar do perigo que esta espécie pode trazer para os seres humanos, até o momento não foi desenvolvida uma técnica eficaz para o controle desta praga, atualmente é feita por meio de recolhimento dos espécimes que são colocados em sacos plásticos com sal, sendo encaminhados “mortos” para os lixões. Este é apenas um exemplo de que são necessários mais estudos sobre esta espécie para que possamos desenvolver técnicas mais eficientes de combate a esta praga introduzida na fauna brasileira. Como você pôde observar no exemplo acima, estudos zoológicos são fundamentais para a manutenção do bem estar humano!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

AZEITE



http://www.azeite.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=1477:como-e-feito-o-azeite-de-oliva&catid=87:como-e-feito&Itemid=130#

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Como é feito o azeite de oliva?



A oliveira é uma árvore típica da costa mediterrânea e exige uma grande luminosidade e um clima caracterizado por invernos suaves, outonos ou primaveras chuvosas e verões secos e quentes. O crescimento da oliveira é lento. Costuma dar frutos entre 5 e 10 anos de idade e não alcança seu pleno desenvolvimento antes dos 20 anos. Entre os 35 até os  100-150  anos encontra sua maturidade e plena produção. Depois disso envelhece e sua produtividade fica muito desigual de ano para ano.
Para obter o azeite são necessários os seguintes passos:
1.     Colheita dos frutos
A oliveira floresce na primavera, época em que o fruto começa a se formar para ir amadurecendo, passando da cor verde para a negra, a partir do verão até o final do outono/princípio do inverno quando é feita sua colheita. A coleta da azeitona pode ser feita manualmente (coletando-se uma a uma), por um sistema denominado vareo (golpeando-se a árvore com varas grandes e flexíveis para que as azeitonas irem caindo em lonas previamente colocadas ao pé da oliveira) ou por meios mecânicos (equipamentos com mãos mecânicas que vibram a árvores e fazer o mesmo papel do vareo).
2.     Transporte ao moinho
As azeitonas colhidas são transportadas para o moinho onde se procede sua moagem. È importante que as azeitonas colhidas estejamlivre de pedras, terra e outras impurezas, pois elas podem causar rupturas na pele do fruto, propiciando o início do processo de fermentação, o que diminui a qualidade final do azeite a ser extraído. Ao chegar no moinho, as azeitonas são armazenadas em pilhas de pequena altura para evitar aquecimento e a ruptura da pele do fruto. Dessa forma, busca-se a minimização da fermentação das azeitonas, que diminui a qualidade da colheita. Por essa razão, para obter um azeite de qualidade, com baixa acidez, a azeitona deve ser processada até 24 horas após sua colheita.
3.     Lavagem
As azeitonas são colocadas em cintas transportadoras que cruzam por uma cortina de ar que retira as folhas que inevitavelmente acompanham os frutos. Em seguida, os frutos são selecionados por qualidade e lavados em água corrente para que sejam submetidos amoagem. 

4.     Moagem
A moagem consiste na trituração dos frutos (sem a retirada prévia dos caroços) até formar uma massa oleosa, cuja consistência é controlada adicionando-se água se necessário.

5.     Extração do azeite (separação da fase sólida e líquida)
A extração é a última etapa de obtençãodo azeite de oliva e pode ser feita de três maneiras diferentes. Mas seja lá qual for a maneira escolhida a temperatura do processo não porde ultrapassar a temperatura de 35ºC. Os métodos de extração mais modernos utilizam a centrifugação enquanto o mais antigo a pressão. Veja a seguir o funcionamento de cada um dos métodos.
Sistema tradicional por pressão, esse método é usado por fábricas artesanais, normalmente remanescentes ao longo dos séculos. A pasta moída é colocada em capachos, que por sua vez são sobrepostas na prensa e a medida que a pressão for aumentando libera-se o azeite e a água de vegetação. Com  o tempo,  por diferença de densidade, o azeite destaca-se da água e é recolhido.
Sistema contínuo por centrifugação
Planta continua de três fases:
A massa oleosa de azeitonas é diluída adicionando 1 litro de água para cada quilo de massa. Em seguida, a massa é passada em uma centrifugadora horizontal, na qual a parte sólida é separada da mistura oleosa. Ato contínuo, a massa liquida oleosa vai para uma centrifugadora vertical na qual é separado o azeite de oliva da água de vegetação.
Planta continua de duas fases:
Processo praticamente igual ao anterior com a diferença de que em lugar de adicionar água para a centrifugação horizontal, recicla-se a água de vegetação. Esse sistema vem se difundindo rapidamente, pois apresenta asseguintes vantagens:
- Alta capacidade de produção, o que diminui o tempo de estocagem das azeitonas, evitando fermentações melhorando a qualidade do azeite extraído.
- Maior  presença de polifenois, protetores naturais contra a oxidação, devido a reciclagem da água de vegetação, além de um menor impacto ambiental.
6.     Armazenamento
Após a sua extração, o azeite de oliva obtido é armazenado em armazéns 
até sua efetiva comercialização. Os recipientes de armazenamento devem ter características isolantes e não podem transferir odores estranhos ao produto. A temperatura adequada de armazenagem é de 15ºC a 18ºC. Outro aspecto importante é que deve existir pouca luminosidade no armazém. O material dos recipientes de armazenagem deve ser inerte (azulejo vitrificado, aço inoxidável, ou poliéster – fibra de vidro, etc). Ferro e cobre não são recomendados, pois favorecem a oxidação.
Obtenção dos azeites refinados
Às vezes, devido a condições climatológicas adversas, ao tipo do solo e a falhas do processo produtivo, os azeites virgens apresentam defeitos como excesso de acidez, cor ou odor estranhos, fato que os tornam impróprios para o consumo. Os azeites de oliva nessa condição são conhecidos como lampantes e são destinados para os processo de refino que ocorre em com 3 fases, cada delas visando corrigir um aspecto indesejado:
- Neutralização: reduz a acidez do azeite lampante à zero.
- Descoloração: retira a cor tornando o azeite lampante em um liquido semitransparente.
- Desodorização: retira o odor do azeite lampante tornando-o inodoro
Em seguida, o azeite refinado é misturado, em proporção variável, com azeite de oliva virgens, resultando em produtos adequados para o consumo.

domingo, 10 de julho de 2011

CULTIVO Y COSENHA EN EL ORIENTE ANTIGUO

El escriba Valdemir Mota de Menezes he leído este artículo sobre las costumbres orientales en el trabajo: Usos y Costumbres de las Tierras de la Biblia de Wight Fred



Cultivo y Cosecha del Grano

Las numerosas referencias al cultivo del grano en la ley de Moisés indica que se
esperaba que los israelitas vinieran a ser un pueblo agricultor después de la entrada a la tierra de Canaán, y que el cultivo del grano viniese a ser una de las principales industrias. Es un hecho notable que los métodos que usaban para cultivar y cosechar el grano son virtualmente los mismos que han usado los agricultores árabes en Palestina por siglos y hasta la actualidad.


PREPARACION PREELIMINARÍA PARA PLANTAR EL GRANO

Se espera la lluvia antes de arar la tierra. En Palestina el barhecho se hace después
que las primeras lluvias han suavizado la tierra (cf. Sal. 65:10). Estas lluvias usualmente llegan los últimos días de octubre o los primeros días de noviembre. Si no vienen en este tiempo, entonces el agricultor debe esperar hasta que vengan antes de barbechar su tierra. Job dice:
"Esperábame como a la lluvia" (Job 29:23). Y Jeremías describe la falta de lluvias así: .que se resquebrajó la tierra a causa de no llover en el país; los labradores, cubrieron sus cabezas" (Jer. 14:4). Una vez llegaba la lluvia, el labrador industrioso principiaba el barbecha de su tierra. "El perezoso no ara a causa del invierno" (Prov. 20:4) Tal hombre se recoge en su hogar y disfruta del calor del fuego pero no cosechará. El Dr. Thompson dice de un año en que los agricultores esperaron hasta el mes de febrero por lluvia suficiente para poder arar sus tierras para la cosecha del grano. La cosecha vino tarde, pero fue muy abundante.






Preparación para arar las tierras.

El labrador se prepara para labrar su tierra después que las primeras lluvias principian a caer si no lo hizo antes. Pasará los días asegurándose que su arado esté en buenas condiciones, y está listo para entrar en acción. Necesita cortar y afilar un nuevo aguijón para animar a su yunta de bueyes. También tendrá que ver que el yugo está
listo y se adapta bien a los cuellos de los animales. Un yugo pesado o de mala forma desuella a los bueyes. El Señor Jesús habló de "el yugo suave" que prometió a sus seguidores (Mat. 11:30). Cuando la tierra se ha suavizado lo suficientemente por las lluvias, entonces el barbecho de la tierra puede principiar.


EQUIPO USADO PARA BARBECHAR

El Arado.

Se construyen en Siria y Palestina un tipo de arado con dos vigas de madera
que se ensamblan y en la extremidad enfrente se engancha el yugo; en la extremidad trasera está asegurada la hita en cruz, la parte superior que sirve como mango o mancera, y la parte inferior a la que se asegura la reja de hierro. A en la actualidad se ve en muchas de las tierras bíblicas arando en lo que pudiera llamarse una "vara horquillada". Los escritores de Biblia a menudo mencionan rejas de hierro (1 Sam. 13:20, etc.). Estos arados pueden, sin mucho trabajo, convertirse en espadas para la guerra. Por eso el profeta Joel dice: "Haced espadas de vuestros azadones. (Joel 3:10). Exactamente al revés de esta profecía se sugirió por los profetas Isaías y Miquéas al predecir la edad de oro (Isa. 2:4; Miq. 4:3).


El yugo.

El yugo es un pedazo de madera tosca que se adapta al Pescuezo del ganado.
Dos palos se proyectan hacia abajo a los lados, Y una correa al final de estos palos que pasa bajo el pescuezo del animal que mantiene el yugo en su lugar. De estos yugos de madera a menudo se habla en las Escrituras (Jer. 28:13 etc.).

El Aguijón.

El aguijón lo lleva en la mano el nativo cuando ara. También se usó en tiempos bíblicos. Es una vara de madera que varía en tamaño y es de metro y medio hasta dos
o más, con una punta aguda. Con ésta el agricultor puede hacer apresurar los bueyes en su movimiento lento. Fue con un aguijón por el estilo Samgar mató a seiscientos filisteos (Jue. 3:31). La convicción de pecado que vino a Saulo de Tarso llevándose a su conversión la comparaba con los piquetes de un aguijón (Hech. 26:14).

ANIMALES USADOS PARA ARAR

Uso de los bueyes.

En los tiempos bíblicos casi exclusivamente se usaban los bueyes para arar las tierras. Por esta razón la expresión "un yugo" se usaba por los hebreos con lo que querían dar la medida de tierra que un yugo de bueyes podía arar en un día. (cf. 1 Sam. 14:14;
Isa. 5:10). Bueyes, como usaban el término los hebreos, quería decir animales de ambos sexos. Se usaban las vacas lo mismo que los bueyes con propósito de formar el tiro, pero estos últimos los castraban. Esto explica la razón de la ley que especificaba lo concerniente a una vaquilla usada para el sacrificio, fuera "sobre la que nunca se puso yugo" (Núm. 19:2).

La ley de Moisés prohibía que se arase con un buey y un asno en un mismo yugo (Deum 22:10). El Apóstol Pablo habla del "yugo desigual" en relación con unión de creyentes y no creyentes (2 Cor. 6:14). En la actualidad los árabes usan los bueyes para arar, aunque algunas veces usan camellos, o un buey y un asno, y a veces un camello y un asno.







PREPARACION DE LA TIERRA PARA LA COSECHA


Arar.

El barbecho de la tierra a la manera oriental es muy primitivo. El arado, es cuando
más un simple instrumento que puede llevarse, si es necesario a una distancia de tres
kilómetros hasta el lugar del trabajo por el agricultor. Por supuesto, en relación con los
implementos modernos, puede decirse que apenas araña la tierra. El que ara mantiene la mancera del arado en una mano, y en la otra lleva el aguijón con que anima a los animales.
Jesús dijo: "Ninguno que poniendo la mano al arado mira atrás, es apto para el reino de Dios" (Luc. 9:62). El describió con exactitud la operación al decir "la mano", es decir una, más bien que las dos como en el caso de un agricultor occidental. Sería fatal para el agricultor palestino mirar hacía atrás, porque el implemento es tan ligero, que el trabajador a menudo tiene que cargarse sobre él con todo su peso para evitar que salga del surco.

Los agricultores orientales algunas veces aran juntos, cada quien teniendo su arado y
yunta de bueyes, y siguen de cerca al que precede. Esta clase de club de agricultores se
adopta como protección de los ladrones beduinos, y también porque se desea la cooperación cuando las haciendas trigueras son grandes. Eliseo fue encontrado por Elías arando con otros once gañanes y un total de veinticuatro bueyes (1 Reyes 19:19).

El uso de zapapico.

Cuando la tierra está dura, en las laderas rocosas no es posible usar el arado. En esos lugares, si el agricultor es industrioso, preparará la tierra usando el pico o el azadón. Isaías habla de "montes que se cavaban con azada" (Isa. 7:25). Usando este instrumento, todo el terreno se aprovecha para la siembra.

El agricultor oriental muy raras veces usa fertilizante en sus tierras al cultivar el grano.
Algunas laderas usadas por el labrador para su sembrado tienen una cantidad pequeña de piedras calizas, diseminadas en él. Parte de la caliza de las piedras se disuelve con las lluvias, y revolviéndose con la tierra la enriquece para una buena cosecha de granos. Estas piedras son las encargadas de fertilizar la tierra. Los judíos modernos que vuelven de Occidente a labrar sus tierras, le añaden varias sustancias químicas del Mar Muerto como fertilizantes para su terreno. No se hace ninguna mención en la Biblia de fertilizar la tierra para las cosechas de granos. Jesús mencionó en una de sus parábolas la estercoladura de la higuera. (Luc. 13:1-9).










LA SEMBRADURA

Clases de grano que se siembra. Hay varias clases de grano que se usa en Oriente.
Las dos principales clases de granos que se cultivan en la antigua Palestina eran trigo y cebada. En Antiguo Testamento se menciona una vez el uso del mijo (Ezeq. 4:9). En los tiempos modernos, tanto el arroz como el maíz, se usan en Palestina, aunque el primero se importa principalmente.

Cuándo y cómo se siembra la semilla.

El labrador, por lo regular, lleva la semilla a su campo en un saco grande, sobre un asno, después, la bolsa de cuero que lleva bajo el brazo la llena con la milla del saco grande. Como regla general la semilla se esparce en todo lo ancho de la tierra, y luego se cubre por medio del arado, a menudo el sembrador camina a lo largo del
terreno esparciendo semilla, y luego uno de la familia o algún sirviente, si es que se tiene uno, le sigue directamente con el arado. La palabra bíblica «sembrar" que se usa en el Pentateuco (Gén. 26:12; Lev. 25:3, etc. quiere decir "esparcir la simiente".

La siembra, como la ilustra Jesús en sus parábolas. El proceso de la siembra y lo que
sucede a la semilla, está muy bien ilustrado en la parábola del sembrador. No podría
encontrarse un mejor cuadro del proceso oriental de sembrar el grano, que él que da hace Jesús en esta parábola (Mat. 13:3-8; Marc. 4:3-8; Luc. 8:5-8).
"He aquí el que sembraba salió a sembrar. Y sembrando, parte de la simiente cayó
junto al camino; y vinieron las aves y la comieron" (Mat. 13:3, 4) –

Había muy pocos caminos en conforme al uso moderno de la palabra, hasta que los romanos construyeron sus caminos, y éstos sólo conectaban los lugares más portantes. Porque se viajaba, ya fuera a píe, o por medio de asnos y camellos, sobre simples veredas, que era lo que había. Estas veredas eran cedidas para el uso público según costumbre antigua. Si tal vereda atravesaba la tierra de algún labrador, él araba la tierra hasta las orillas de la angosta vereda, pero la dejaba libre para el uso de los viajeros. Los evangelios sinópticos nos dicen de Jesús y sus discípulos cómo
viajaron de esa manera al través de un campo de trigo (Mat. 12:1; Marc. 2:23; Luc. 6:1).
Setos o cercas raramente se colocaban a lo largo de tales veredas. Cuando el labrador esparcía la simiente, alguna naturalmente caían sobre el camino y no siendo cubierta por el arado, pronto los pájaros, al descubrirla, se la comían.

Y parte cayó en pedregales, donde no tenía mucha tierra; y nació luego, porque no
tenía profundidad de tierra. Mas en saliendo el sol se quemó; y secóse porque no tenía raíz" (Mat. 13:5, 6, ). La idea aquí no es de una tierra plagada de piedras, sino de una capa delgada de tierra que apenas cubre la roca debajo. En estas condiciones el grano nacía pronto, pero por carecer de raíces profundas, se secaba por el fuerte sol y no llegaba a madurar.

.Y parte cayó en espinas; y las espinas crecieron, y la ahogaron". En Palestina y en
Siria existen muchos arbustos espinosos que crecen cerca del grano en el campo y algunas de ellas crecen entre el grano. El labrador nativo usa estos arbustos espinosos en el verano para hacer fuego y cocinar su comida, de allí que no sea tan cuidadoso para quitarlos de los lugares vecinos, y por eso algunos de ellos ahogan el trigo o la cebada cuando es pequeña.

"Y parte cayó en buena tierra, y dio fruto, cual a ciento, cual a sesenta y cual a treinta".
Los labradores nativos de las tierras bíblicas siempre tienen muy pocas ganancias de la simiente que siembran, porque sus métodos son primitivos. Pero hay ejemplos de buenas cosechas en tiempos modernos. El Rvdo. George Mackie, que fue misionero en Siria, ha dicho: "La tierra es en muchos lugares excesivamente fértil, y la utilidad corresponde a la cifra arriba citada en la parábola". Cuando Isaac sembró la rica sección del Negeb del sur de Canaán, dice la Escritura: "Y sembró Isaac en aquella tierra y halló aquel año ciento por uno" (Gén. 26:12).

ENEMIGOS DEL GRANO

Los Pájaros son enemigos del grano. En el Oriente, grandes parvadas de pájaros a
menudo siguen a los sembradores, cuando siembran la semilla, para cogerla, si acaso pueden, cuando la esparcen. Algo de la semilla así se pierde antes que el arado la cubra. Aquella que llega a caer en el camino instantáneamente es devorada por las aves (Marc. 4:4).

La Cizaña también es enemiga del grano. En su parábola de la Cizaña, Jesús dice:
"Mas durmiendo los hombres, vino su enemigo, y sembró el cizaña entre el trigo" (Mat. 13:25). En la Tierra Santa a la cizaña a menudo se le llama "trigo silvestre", porque se parece al trigo, sólo que sus granos son negros. El Dr. Thompson dice lo siguiente respecto a la cizaña:
"El nombre árabe para la cizaña es zawan, y abunda en todo Oriente; y es una gran
molestia para el agricultor. El grano es pequeño, y se encuentra en la parte alta del tallo, el que permanece peladamente erecto. Su sabor es amargo, y cuando se come
separadamente o cuando se diluye en el pan ordinario, causa vértigos y a menudo
actúa como vomitivo. Es pues un fuerte veneno soporífico, y debe cuidadosamente ser
separado, y sacado del trigo grano por grano, antes de molerlo de otra manera la harina no es saludable. Por supuesto los agricultores desean ardientemente exterminarla, pero eso es casi imposible".

El Fuego es otro de los enemigos del agricultor. En Palestina los árabes dejan que el
trigo se madure mucho, y así tan seco como una yesca lo cortan. Las espinas crecen, por lo general, en derredor del campo de trigo, y algunas veces mezcladas con el grano, y así es muy fácil que un fuego que principia se propague por medio de las espinas y extenderse al trigo; y es muy difícil mantener un campo de trigo fuera de su alcance. La ley de Moisés tenía un sabio reglamento acerca del fuego en relación a los campos de trigo: "Cuando hubiere un luego y hallare espinas, y fuere quemando montón, o aza, o campo, el que encendió el fuego pagará lo quemado" (Ex. 22:6).

Las langostas son un enemigo muy temido por los agricultores. Tal vez estas criaturas
son el enemigo más odiado del agricultor palestino. Son muy semejantes a los chapulines que conocen los occidentales. Cuando alcanzan la proporción de una plaga, son realmente una vasta multitud (cf. Jueces 6:5; 7:12) - Llegan a ocupar un lugar tan extenso como el de quince a Veinte kilómetros de largo y seis a ocho kilómetros de ancho. Se dice que marchan como un ejército. El libro de los Proverbios nos relata un hecho interesante acerca de ellas: "Las langostas no tienen rey, y salen todas acuadrilladas" (Prov. 30:27). Cuando el tiempo está frío y el aire húmedo, si llegan a mojarse con el rocío, entonces se quedan quietas allí donde está, hasta que el sol las seca y calienta. El profeta Nahum las describe así: "Que se sientan en vallados en días de frío, salido el sol se mudan" (Nahum 3:17). El profeta Joel describe el juicio del Día del Señor en términos de una invasión de langostas. La plaga de langostas oscurece la luz del sol a causa de su gran multitud (Joel 2:2). Antes de su venida, la tierra será como el Edén, pero cuando se van, queda como un desolado desierto (Joel 2:3). Su apariencia se compara a la de los caballos, porque la forma de su cabeza se parece a la del caballo (Joel 2:4). Hacen un gran ruido cuando comen (Joel 2:5). La consternación que causan al pueblo de la tierra puede describirse así: "Delante de él temerán los pueblos" (Joel 2:6). Son capaces de entrar por las ventanas y saltar las tapias o por las puertas de las casas (Joel 2:9). El hecho terrible es que algunas veces un enjambre de langostas tras otro puede invadir la misma sección de terreno. El Dr. Keil piensa que esto es lo que Joel 1:4 describe, más bien que las diferentes faces en el desarrollo de la langosta. El traduce literalmente este versículo, así: "Lo que quedó de la roedora, comió la multiplicadora, y lo que quedó de la multiplicadora, lo comió
la lamedora, y la devoradora comió lo que de la lamedora había quedado".


Los ladrones también son grandes enemigos del agricultor. Esto es cierto especialmente en los tiempos modernos cuando el gobierno ha sido estable y eficiente, así como bajo el yugo de los turcos. En estas condiciones, cuando el grano se ha plantado distante de villas donde los agricultores viven, o si ha sido plantado a un cercano territorio de alguna de las tribus feroces de árabes beduinos, hay riesgo de perder la cosecha, o al menos parte de ella. En muchas ocasiones en tiempos bíblicos, Israel perdió su cosecha que se robaron sus enemigos. Esto fue el caso especialmente en tiempos de los jueces. "Pues como los de Israel habían sembrado, subían los madianitas, y los Amalecitas, y los orientales" (Jueces 6:3).

Estando los enemigos cercanos, las cosechas se encontraban siempre en peligro de perderse, y aun la semilla era tomada a menudo. Así que el agricultor rústico es muy pobre, y su  suplemento de semilla pan siembra no es mucha, él continuará sembrando su semilla con cierto temor y temblor, pensando si levantará su cosecha o el se la quitará.. Como los sentimientos de los orientales son fácilmente cambiados, uno puede imaginárselos yendo con lágrimas a sembrar, luego si la cosecha llega a madurar, con regocijo la recogerá, es el cuadro que el salmista tenía en mente cuando escribió lo que sigue: "Los que sembraron con lágrimas, con regocijo segarán, andando y llorando el que lleva la preciosa simiente; mas volverá a venir con regocijo, trayendo sus gavillas" (Sal. 126:5, 6).

segunda-feira, 13 de junho de 2011

AVION AGRICOLE

AVION AGRICOLE

Depuis l'invention de l'avion que l'homme s'est vite rendu compte que ce véhicule avait de nombreux usages, parmi eux, pourraient être utilisés dans l'agriculture de semer les graines dans le domaine, mais travaille aussi à répandre des pesticides dans la lutte contre les ravageurs des cultures (par: scribe Valdemir Mota de Menezes)