Como cultivar cebollas en huerto casero. En mi granja yo tengo todas las cosas necesarias para se alimentar com qualidad, incluso cebollas que me gusta mucho assada. (Valdemir Mota de Menezes)
Agriculture is the first human labor activity. God to make the garden of Eden wanted to make men happy CamposI and agricultural laborers. Agriculture is the reunion of man with his past in this activity and man can find God, to observe the miracle of seeds (By Valdemir Mota de Menezes)
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
PALMITOS PUPUÑA - ESCRIBA VALDEMIR
Yo tengo plantación de pupuña y considero una buena alternativa para los agricultores. (Valdemir Mota de Menezes)
Dios bendiga a vosotros.
Dios bendiga a vosotros.
domingo, 21 de setembro de 2014
PALMITO PUPUNHA - ESCRIBA VALDEMIR
O Escriba Valdemir Mota de Menezes é agricultor e planta palmito pupunha para comercializar
Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-agroindustria/artigos/producao-de-palmito-de-pupunha-cuidados-antes-do-plantio-plantio-e-adubacao#ixzz3DxybNWKW

A Pupunha é uma palmeira nativa da região Amazônica, que produz frutos ou palmito, desde as épocas pré-colombianas. É uma palmeira de clima tropical, de rápido crescimento, que pode atingir mais de 20 metros de altura em poucos anos. Por essa razão, é usada também como uma palmeira ornamental. Nos últimos anos, a importância dessa palmeira cresceu consideravelmente, no Brasil, por ser uma excelente alternativa de cultivo para a agricultura. O consumo dos frutos da pupunheira, cozidos em água e sal, é tradicional na região Amazônica. Mas no Sudeste e no Cento-Oeste, cultiva-se a Pupunha para a produção de palmito.
“O palmito de Pupunha é formado, na parte apical das plantas, pelas raquis das folhas jovens. É uma iguaria valiosa, de grande aceitação no mercado, onde consegue preços elevados”, afirma o professor José Roberto Moro, do Curso Produção de Palmito de Pupunha, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.
Cuidados essenciais antes do plantio
Antes do plantio, no campo, o agricultor deve tomar alguns cuidados essenciais, como limpar completamente a área da presença de mato, corrigir o solo com calcário e realizar uma adubação com Fósforo.
A Pupunha não suporta competição com mato, sobretudo braquiária. Em áreas de pastagens, é recomendável que se faça uma série de gradagens, seguida de uma cultura anual, como soja, para um perfeito controle da braquiária, usando-se herbicidas.
Para o plantio da Pupunha, deve-se, previamente, fazer uma calagem, elevando-se o pH para 5,0 a 5,5 e a saturação de bases para 60%.
Antes do plantio, deve-se, na medida do possível, aplicar, nas covas, adubo orgânico.
Plantio
Deve-se evitar fazer o transplantio definitivo de mudas de Pupunha para o campo. O ideal é que elas tenham seis folhas e cerca de 40 cm de altura. O transplante deve ser efetuado em dias chuvosos ou nublados e com boa umidade no solo. Deve-se evitar aqueles dias claros e muito quentes, já que as plantas vão sentirão o transplante.
A despeito de todos os cuidados, as mudas de Pupunha sentem o transplante para o campo, ficando com as folhas amareladas. Por seis meses, as mudas praticamente quase não crescem. É importante que o agricultor saiba disso para que não desanime. É assim mesmo!
Passado esse período, as mudas de Pupunha começam a crescer lentamente. Mas o grande crescimento ocorre após os 10 a 12 meses do plantio no campo.
Quando se planta alguma cultura intercalar, nas entrelinhas, o estabelecimento inicial da Pupunha é melhor. Parece que, quando se planta apenas a Pupunha, ocorre maior incidência de doenças foliares e morte de plantas, sobretudo nos meses de abril a setembro. Isso pode ocorrer devido à presença de ventos frios que prejudicam as plantas e aumentam a perda de água.
Uma linha intercalar ajuda a fornecer um certo sombreamento inicial e protege as plantas de Pupunha dos ventos. Deve-se dar preferência por alguma leguminosa, como crotalária, feijão de porco, ou mesmo outras culturas.
Adubação
Após o pegamento das mudas de Pupunha, deve-se dar início às adubações com Nitrogênio e Potássio, em cobertura. Uma adubação razoável seria entre 300 a 400 g/planta de 20-5-20, fracionada o maior número de vezes possível.
Quando se faz irrigação, deve-se realizar a adubação em cobertura, a cada mês, aplicando-se entre 30 a 40 g/planta. As plantas de Pupunha também necessitam do fornecimento de Cálcio, Magnésio, Enxofre e Boro.
O sistema radicular da Pupunha, no ponto do corte, é bastante superficial: mais de 80% das raízes ficam em torno de 40 cm da planta e até uma profundidade de 40 cm. Por essa razão é que a Pupunha não suporta a competição com mato, sobretudo com gramíneas.
Aprimore seus conhecimentos, acessando os Cursos CPT, da área Agroindústria.
Por Andréa Oliveira.
“O palmito de Pupunha é formado, na parte apical das plantas, pelas raquis das folhas jovens. É uma iguaria valiosa, de grande aceitação no mercado, onde consegue preços elevados”, afirma o professor José Roberto Moro, do Curso Produção de Palmito de Pupunha, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas.
Cuidados essenciais antes do plantio
Antes do plantio, no campo, o agricultor deve tomar alguns cuidados essenciais, como limpar completamente a área da presença de mato, corrigir o solo com calcário e realizar uma adubação com Fósforo.
A Pupunha não suporta competição com mato, sobretudo braquiária. Em áreas de pastagens, é recomendável que se faça uma série de gradagens, seguida de uma cultura anual, como soja, para um perfeito controle da braquiária, usando-se herbicidas.
Para o plantio da Pupunha, deve-se, previamente, fazer uma calagem, elevando-se o pH para 5,0 a 5,5 e a saturação de bases para 60%.
Antes do plantio, deve-se, na medida do possível, aplicar, nas covas, adubo orgânico.
Plantio
Deve-se evitar fazer o transplantio definitivo de mudas de Pupunha para o campo. O ideal é que elas tenham seis folhas e cerca de 40 cm de altura. O transplante deve ser efetuado em dias chuvosos ou nublados e com boa umidade no solo. Deve-se evitar aqueles dias claros e muito quentes, já que as plantas vão sentirão o transplante.
A despeito de todos os cuidados, as mudas de Pupunha sentem o transplante para o campo, ficando com as folhas amareladas. Por seis meses, as mudas praticamente quase não crescem. É importante que o agricultor saiba disso para que não desanime. É assim mesmo!
Passado esse período, as mudas de Pupunha começam a crescer lentamente. Mas o grande crescimento ocorre após os 10 a 12 meses do plantio no campo.
Quando se planta alguma cultura intercalar, nas entrelinhas, o estabelecimento inicial da Pupunha é melhor. Parece que, quando se planta apenas a Pupunha, ocorre maior incidência de doenças foliares e morte de plantas, sobretudo nos meses de abril a setembro. Isso pode ocorrer devido à presença de ventos frios que prejudicam as plantas e aumentam a perda de água.
Uma linha intercalar ajuda a fornecer um certo sombreamento inicial e protege as plantas de Pupunha dos ventos. Deve-se dar preferência por alguma leguminosa, como crotalária, feijão de porco, ou mesmo outras culturas.
Adubação
Após o pegamento das mudas de Pupunha, deve-se dar início às adubações com Nitrogênio e Potássio, em cobertura. Uma adubação razoável seria entre 300 a 400 g/planta de 20-5-20, fracionada o maior número de vezes possível.
Quando se faz irrigação, deve-se realizar a adubação em cobertura, a cada mês, aplicando-se entre 30 a 40 g/planta. As plantas de Pupunha também necessitam do fornecimento de Cálcio, Magnésio, Enxofre e Boro.
O sistema radicular da Pupunha, no ponto do corte, é bastante superficial: mais de 80% das raízes ficam em torno de 40 cm da planta e até uma profundidade de 40 cm. Por essa razão é que a Pupunha não suporta a competição com mato, sobretudo com gramíneas.
Aprimore seus conhecimentos, acessando os Cursos CPT, da área Agroindústria.
Por Andréa Oliveira.
Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-agroindustria/artigos/producao-de-palmito-de-pupunha-cuidados-antes-do-plantio-plantio-e-adubacao#ixzz3DxybNWKW
SOMBRITES
Coberturas protegem hortaliças do excesso de sol
Valdemir mota de menezes USOU ESTAS INFORMAÇÕES NO SEU SITIO:
O USO DOS SOMBRITES OU PLÁSTICOS REDUZEM A RADIAÇÃO SOLAR E AJUDAM A EVITAR PERDAS NA PRODUÇÃO E QUEBRAS NOS PREÇOS DE VENDA
Leia mais em: http://www.drd.com.br/news.asp?id=50089522530100002#ixzz3DxsRoRTd
O USO DOS SOMBRITES OU PLÁSTICOS REDUZEM A RADIAÇÃO SOLAR E AJUDAM A EVITAR PERDAS NA PRODUÇÃO E QUEBRAS NOS PREÇOS DE VENDA
Em épocas de muito sol e calor os produtores de hortigranjeiros precisam ficar atentos para não terem quebras na produção. Tanto a radiação solar quanto o calor em excesso podem causar danos à produção, gerando perdas no produto e, consequentemente, levar a um preço baixo na hora de comercializar o produto.
As hortaliças como repolho, alface, couve, cebolinha e algumas outras não possuem um sistema de proteção eficiente contra a alta radiação da luz solar. O excesso afeta negativamente as hortaliças, que têm o processo de evapotranspiração acelerado, perdendo líquido de forma muito rápida, podendo chegar a apresentar a necrose das folhas, que adquirem um aspecto seco, como queimaduras. O problema pode comprometer a renda de pequenos agricultores, sobretudo os que sobrevivem da agricultura familiar, uma vez que a comercialização dos produtos fica prejudicada pelo aspecto e falta de robustez das hortaliças.
Mas é possível evitar o problema. A adoção de técnicas e produtos apropriados possibilitam a diminuição da radiação solar e até do calor sobre os canteiros. De acordo com Alexandre Sylvio Vieira da Costa — engenheiro agrônomo, doutor em produção vegetal e professor de solos e meio ambiente do curso de Agronomia da Universidade Vale do Rio Doce (Univale) —, o produtor pode providenciar a cobertura das áreas de cultivo.
Ele explica que existem diversos tipos de estruturas para fazer essa cobertura, como as casas de vegetação, túneis altos, túneis baixos, coberturas com tela ou plásticos. “Pode-se fazer uso de coberturas para os canteiros. O mais comum é o sombrite, uma tela que possui percentuais que variam de 40% a 80% de capacidade de bloquear a passagem da luz solar. Há também os plásticos usados no que chamamos plasticultura.”
Alexandre Sylvio explica que existem diferenças entre os dois. “O plástico funciona como um filtro de radiações ultravioleta e infravermelha, possibilitando a passagem apenas da radiação fotossintética [que permitirá a realização da fotossíntese das plantas]. Já o sombrite controla a quantidade de luz solar que chega sobre as plantas, não há inibição quanto a nenhuma radiação, acontece um sombreamento que protege os canteiros do excesso da luz solar”, explicou o professor.
Sylvio disse que existem alternativas para o uso das coberturas. “É possível, também, utilizar técnicas que possibilitem a redução do tempo de incidência solar sobre os canteiros. Como por exemplo, plantar em fundos de vales, que são áreas em que não há sol diretamente sobre as plantas durante todo o dia. Outra forma é plantar arbustos ou fazer os canteiros entre arbustos, de forma a não impedir a luz solar, mas amenizar ou diminuir o período de incidência direta”, orientou.
Outro fator ao qual se deve ficar atento, segundo o professor, é a irrigação. No período mais quente, as regas devem ser diárias e os turnos vão variar de acordo com situações específicas. “Como as hortaliças são muito sensíveis tanto ao excesso de radiação solar quanto ao estresse hídrico [falta ou excesso de água] e de evapotranspiração rápida, deve-se ficar atento quanto à irrigação. Deve-se irrigar diariamente, mas para se estabelecer os turnos, ou seja, o tempo entre uma rega e outra, um profissional engenheiro agrônomo deverá ser consultado. Vários fatores terão que ser levados em conta, como o tipo de cultura, solo, calor, se tem cobertura contra a radiação solar ou não. O ideal é buscar orientação profissional”, finalizou Alexandre Sylvio.
As hortaliças como repolho, alface, couve, cebolinha e algumas outras não possuem um sistema de proteção eficiente contra a alta radiação da luz solar. O excesso afeta negativamente as hortaliças, que têm o processo de evapotranspiração acelerado, perdendo líquido de forma muito rápida, podendo chegar a apresentar a necrose das folhas, que adquirem um aspecto seco, como queimaduras. O problema pode comprometer a renda de pequenos agricultores, sobretudo os que sobrevivem da agricultura familiar, uma vez que a comercialização dos produtos fica prejudicada pelo aspecto e falta de robustez das hortaliças.
Mas é possível evitar o problema. A adoção de técnicas e produtos apropriados possibilitam a diminuição da radiação solar e até do calor sobre os canteiros. De acordo com Alexandre Sylvio Vieira da Costa — engenheiro agrônomo, doutor em produção vegetal e professor de solos e meio ambiente do curso de Agronomia da Universidade Vale do Rio Doce (Univale) —, o produtor pode providenciar a cobertura das áreas de cultivo.
Ele explica que existem diversos tipos de estruturas para fazer essa cobertura, como as casas de vegetação, túneis altos, túneis baixos, coberturas com tela ou plásticos. “Pode-se fazer uso de coberturas para os canteiros. O mais comum é o sombrite, uma tela que possui percentuais que variam de 40% a 80% de capacidade de bloquear a passagem da luz solar. Há também os plásticos usados no que chamamos plasticultura.”
Alexandre Sylvio explica que existem diferenças entre os dois. “O plástico funciona como um filtro de radiações ultravioleta e infravermelha, possibilitando a passagem apenas da radiação fotossintética [que permitirá a realização da fotossíntese das plantas]. Já o sombrite controla a quantidade de luz solar que chega sobre as plantas, não há inibição quanto a nenhuma radiação, acontece um sombreamento que protege os canteiros do excesso da luz solar”, explicou o professor.
Sylvio disse que existem alternativas para o uso das coberturas. “É possível, também, utilizar técnicas que possibilitem a redução do tempo de incidência solar sobre os canteiros. Como por exemplo, plantar em fundos de vales, que são áreas em que não há sol diretamente sobre as plantas durante todo o dia. Outra forma é plantar arbustos ou fazer os canteiros entre arbustos, de forma a não impedir a luz solar, mas amenizar ou diminuir o período de incidência direta”, orientou.
Outro fator ao qual se deve ficar atento, segundo o professor, é a irrigação. No período mais quente, as regas devem ser diárias e os turnos vão variar de acordo com situações específicas. “Como as hortaliças são muito sensíveis tanto ao excesso de radiação solar quanto ao estresse hídrico [falta ou excesso de água] e de evapotranspiração rápida, deve-se ficar atento quanto à irrigação. Deve-se irrigar diariamente, mas para se estabelecer os turnos, ou seja, o tempo entre uma rega e outra, um profissional engenheiro agrônomo deverá ser consultado. Vários fatores terão que ser levados em conta, como o tipo de cultura, solo, calor, se tem cobertura contra a radiação solar ou não. O ideal é buscar orientação profissional”, finalizou Alexandre Sylvio.
Leia mais em: http://www.drd.com.br/news.asp?id=50089522530100002#ixzz3DxsRoRTd
terça-feira, 27 de maio de 2014
CULTURA DE PALMITO PUPUNHA
Possuo plantão de palmito pupunha, é uma excelente alternativa de cultura, sem gastos e sem trabalho, e com lucro certo, (Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)
A CULTURA DA PUPUNHA PARA PRODUÇÃO DE PALMITOJOSÉ ROBERTO MORO
DEP. DE BIOLOGIA
UNESP/CAMPUS DE JABOTICABAL
14870-000 JABOTICABAL SP
Tel. 016-3209 2620/016-9142 4488
E.MAIL: pupunha@fcav.unesp.brINTRODUÇÃO:A pupunheira é uma palmeira nativa da região Amazônica e é consumida, na forma de frutos ou de palmito, desde épocas pré-Colombianas. É uma palmeira de clima tropical, de rápido crescimento e que, quando adulta, pode atingir mais de 20 metros de altura em poucos anos. Por essa razão, é usada também como uma palmeira ornamental. Nos últimos anos a importância dessa palmeira cresceu consideravelmente em nosso país, por ser uma excelente alternativa de cultivo para a agricultura.O consumo dos frutos da pupunheira, cozidos em água e sal, é tradicional na região Amazônica, embora a produção venha de plantas nativas, mas suficientes para atender à demanda local. A partir dos anos 90, nas regiões nordeste, sudeste e centro-oeste, teve início o interesse, por parte dos agricultores, no cultivo da pupunha, não para a produção de frutos, mas sim para fornecer palmito. O palmito é formado na parte apical das plantas, pelas raquis das folhas jovens. É uma iguaria valiosa, de grande aceitação no mercado, onde consegue preços elevados.Atualmente, mais de 90% do palmito produzido é cortado do Açaizero, outra palmeira nativa da Amazônia tropical, sobretudo na região do estuário do Rio Amazonas. Antes da década de 70, entretanto, o palmito era cortado de uma outra palmeira, a Juçara, nativa da Mata Atlântica. O corte indiscriminado de palmeira nativas leva,invariavelmente, ao descréscimo das populações naturais.Com o passar do tempo, palmeiras que ainda não floresceram são cortadas. Nesse momento o risco de extinção aparece, como já ocorreu com a Juçara e pode vir a ocorrer com o Açaí. É por essa razão que algumas pessoas começaram a pensar em outras palmeiras que pudessem produzir, de forma econômica e ecológica, palmito em escala industrial. Os especialistas em palmeiras chegaram à conclusão de que a palmeira que reunia maior número de pontos favoráveis era a pupunha, para cultivo em áreas tropicais. Atualmente, a palmeira real australiana, outra espécie de palmeira, vem sendo cultivada, sobretudo nos estados de Santa Catarina e Paraná,EXPORTAÇÕES DE PALMITO - JANEIRO A JUNHO DE 2002
US$ Kg US$ ESTADOS UNIDOS 1.456.644,00 410.145 3,48 MERCOSUL 262.619,00 82.779 3,17 UNIÃO EUROPÉIA 513.877,00 139.210 3,69 ORIENTE MÉDIO 322.631,00 95.576 3,38 OCEANIA 24.850,00 6.624 3,75 ÁSIA 94.273,00 13.872 6,80 ÁFRICA 2.957,00 947 3,12 TOTAL 2.774.364,00 780.699 3,55 AS VANTAGENS DE SE PRODUZIR PALMITO DE PUPUNHAAs principais vantagens para o plantio da pupunha, visando a produção de palmito, são:a) precocidade: o primeiro corte ocorre entre 18 e 24 após o plantio no campo;b) perfilhamento: a pupunha apresenta brotações de novas plantas, os perfilhos, junto à planta mãe, permitindo que se possa repetir os cortes nos anos seguintes, sem necessidade de replantio da área;c) qualidade do palmito: o palmito de pupunha tem um comprimento ao redor de 40 cm e diâmetro de 1,5 - 4 cm e é muito macio e saboroso, não tendo problemas de aceitação pelo mercado;d) lucratividade: adequadamente plantado, um, hectare produz entre 5.000 e 12.000 palmitos por ano, dependendo do número de perfilhos que se deixe após o corte da planta mãe e do diâmetro do palmito que se quer produzir;e) segurança para o produtor: a palmito não estraga, já que o agricultor pode deixá-lo no pé, realizando as vendas quando achar mais conveniente. Não é como outros produtos, como hortaliças e frutas em geral, que amadurecem e precisam ser colhidos e que, quando colhidos, devem ser rapidamente vendidos e consumidos;f) vantagens ecológicas: a pupunha deve ser produzida em cultura a pleno sol, em áreas agrícolas tradicionais, de forma que se passa a produzir palmito de excelente qualidade sem nenhum dano às nossas florestas nativas. Essa é uma característica de grande apelo comercial, sobretudo para exportação do palmito, como um produto ecológico.CONDIÇÕES PARA PRODUZIR PALMITO DE PUPUNHAO cultivo da pupunha, para produção de palmito, apresenta também alguns requisitos básicos. Como trata-se de uma planta da floresta tropical ela é muito exigente em água. Para regiões com mais do que 2 meses seguidos de déficit hídrico é necessária a irrigação. Entretanto, mais do que a quantidade de água, é importante a sua distribuição ao longo do ano. Pela nossa experiência, são necessários, no mínimo, de 1.500 – 2.200 mm de água por ano, bem distribuídos ao longo de todos os meses, para que as plantas cresçam sem problemas. Para se ter uma noção mais aproximada, 1,825 mm de água por ano equivale a um fornecimento de 5 mm por dia. Outra limitação importante é a altitude do local, que não deve ser superior a 850 m, provavelmente influenciada, em grande parte, pelas baixas temperaturas noturnas das regiões mais altas. De maneira geral a pupunha prefere solos mais arenosos e friáveis, do que aqueles solos pesados e muito argilosos. Embora exigente em água, a pupunheira não vai bem em solos encharcados, exigindo local com boa drenagem.OBTENÇÃO DE SEMENTES E GERMINAÇÃOO cultivo da pupunha é relativamente simples e não apresenta maiores problemas de pragas e doenças. A maior dificuldade reside na formação das mudas e na escolha das sementes para plantio. É conveniente que se de preferência ao cultivo da pupunha sem espinhos, pelas facilidades de manuseio e de mão-de-obra. Escolher um fornecedor idôneo de sementes e que garanta a sua qualidade e vigor é essencial para o sucesso do empreendimento. A oferta de sementes acontece a partir de fevereiro e elas, uma vez adquiridas, devem ser imediatamente semeadas, pois o seu poder germinativo cai rapidamente.Há várias formas de se fazer os canteiros para semeadura: areia, serragem ou, preferencialmente, uma mistura de terra:areia:esterco curtido. Deve-se também, preparar uma cobertura, para proteger as sementes e as plântulas recém-germinadas. O ideal é construir um túnel com plástico, em local com algum sombreamento, natural ou não. A germinação ocorre entre 45 e 120 dias após a semeadura. Nessa fase é essencial que se controle, adequadamente, a umidade dos canteiros. O excesso de água pode causar o apodrecimento das sementes e doenças nas plântulas.O ponto crítico, durante a fase de germinação, é não querer aproveitar todas as sementes que germinaram. A experiência tem mostrado que as sementes que germinam após os 110 dias formam plântulas que crescem muito mais lentamente do que as germinam primeiro. Essas plântulas, por sua vez, vão dar origem a mudas também com crescimento mais lento e, no campo, darão plantas com baixa produtividade e pouco perfilhamento. A uniformidade das lavouras e a sua rentabilidade, será grandemente aumentada com o uso de plântulas oriundas de sementes que germinaram até os 110 dias. Assim, após esse período todas as sementes que não estiverem no ponto de serem transplantadas devem ser descartadas.TRANSPLANTE DAS MUDAS PARA O VIVEIROQuando as plantinhas estiverem com até 2 folhinhas elas devem ser transplantadas para sacos plásticos (preferencialmente aqueles de 1 litro). Esses sacos podem ser cheios com uma mistura de terra:areia:esterco e 10 gramas do adubo 10-30-10. Entretanto, obtém-se melhores resultados, com menor incidência de doenças e morte de plântulas, usando apenas terra pura de mata. É conveniente arranjar os sacos plásticos em canteiros com 10 -12 sacos na largura, com um comprimento variável em função no número de mudas a serem produzidas e facilidade de irrigação e sombreamento, mas que não deve ultrapassar, por canteiro, 10 metros de comprimento, formando corredores para permitir as tarefas de limpeza, adubação e eventuais tratamentos fitossanitários.A germinação deve ocorrer na sombra mas o plantio no campo deve ser a pleno sol. Nesse intervalo, quando se tem as mudas nos canteiros, em sacos plásticos, deve-se fazer a adaptação das mesmas da condição de sombreamento para o pleno sol. De maneira geral, a semeadura ocorre entre fevereiro/abril, a germinação e o transplante para sacos plásticos entre maio/agosto e o plantio no campo de janeiro a abril, quando as mudas estiverem com 4 folhas. A retirada do sombreamento pode ser feita logo após o completo pegamento das mudas nos sacos plásticos, caracterizado pela emissão e expansão de folhas novas saudáveis, ou um pouco antes do plantio no campo. É necessário que as mudas estejam perfeitamente adaptadas ao pleno sol antes de irem para o campo. Nesse caso, após o transplante nos sacos plásticos, pode-se usar capim, folhas diversas ou sombrite para fazer o sombreamento. Esse sombreamento deve ser retirado aos poucos, fazendo com que as mudas possam ir se aclimatando, naturalmente, à condição de pleno sol. Na fase de mudas é essencial que se controle a umidade dos sacos plásticos. Muita umidade leva ao aparecimento de uma série de problemas de doenças. Eventualmente também podem aparecer algumas pragas, mas que podem ser facilmente controladas. O manejo adequado da umidade é a chave desta fase da cultura.Deve ser dada atenção especial para prevenir a entrada de animais e pragas diversas que podem ser predadores das mudas de palmito. Geralmente animais como ratos, coelhos, pacas, capivaras e mesmo macacos, podem atacar os viveiros de mudas. Cercar o viveiro de maneira segura é a forma mais adequada de evitá-los. Também podem ocorrer ataques de lesmas, gafanhotos, paquinhas, etc. É preciso que se ande regularmente por entre os canteiros, observando-se atentamente as mudas à procura de sinais de ataques de doenças ou pragas logo no seu início. Com isso o controle pode ser realizado de forma preventiva, evitando-se a disseminação generalizada de doenças e pragas.A principal praga nos canteiros de germinação e de formação de mudas é um tipo de inseto chamado de "fungus gnats", que são insetos do gênero Bradysia. As larvas desses insetos penetram nas plântulas e mudas atingindo a região do palmito. Essas larvinhas tem coloração clara e medem de 1 a 2 mm. Ao atacarem as mudinhas, levam consigo fungos e bactérias. É por isso que os sintomas visíveis, geralmente, se parecem com ataque de fungo, daí seu nome popular "fungus gnats". Geralmente os sintomas visíveis são descritos como sendo causados por Fusarium ou Erwinia.O controle pode ser realizado com inseticidas sistêmicos, fungicidas e bactericidas, de acordo com recomendação do agrônomo responsável pelo projeto. Há relatos de que pode-se empregar o controle orgânico, com aplicação de Neem e de calda bordaleza.Como as sementes de pupunha são obtidas de matrizes que ocorrem em áreas nativas ou plantadas, mas sem melhoramento genético, elas apresentam elevada desuniformidade. É essencial que apenas as mudas mais vigorosas e com melhor desenvolvimento sejam levadas para o campo. De maneira geral, recomenda-se que se utilize como critério de seleção a eliminação das 20% piores mudas de cada canteiro. Essas mudas eliminadas caracterizam-se por apresentar desenvolvimento mais lento que as demais, tanto em altura como com relação ao número e comprimento das folhas. Levar todas as mudas para o campo é um fator de desuniformidade nas lavouras de palmito cultivado. A seleção das mudas mais vigorosas, para serem plantadas no campo, garante lavouras mais uniformes e com maior produtividade.PLANTIO DA CULTURA NO CAMPOA escolha da área a ser cultivada com palmito deve ser realizada seguindo-se alguns critérios básicos, porém essenciais. Em primeiro lugar, a local escolhido deve ser bem drenado, para evitar áreas com acúmulo de água nas estações de maior intensidade pluviométrica. Também é essencial a amostragem do solo para análise, de forma que se possa recomendar, adequadamente, a correção da acidez e o nível de adubação de plantio e de manutenção da lavoura. Devem ser retiradas amostras do solo de maneira correta e na profundidade de até 40 cm. A recomendação da adubação de plantio e de manutenção, de acordo com a idade da lavoura e do nível de produtividade desejado, deve ser realizada pelo agrônomo responsável pelo projeto.A correção do solo com calcário deve ser realizada para que se tenha 50% de saturação de bases e o pH fique entre 4,5 e 5,5. A pupunha, assim como outras palmeiras que produzem palmito, responde de forma excelente à presença de matéria orgânica. Pode-se usar esterco curtido de criatórios de aves ou de gado, evitando-se, porém, esterco de gado criado em pastagens com uso intenso de herbicidas com alto efeito residual.Deve-se evitar fazer o transplante definitivo para o campo de mudas muito novas. O ideal é que elas tenham entre 4 e 6 folhas e cerca de 20 a 40 cm de altura. O transplante deve ser efetuado, preferencialmente, em dias chuvosos ou nublados e com boa umidade no solo. Deve-se evitar aqueles dias claros e muito quentes, já que as plantas podem sentir mais o transplantio. A despeito de todos os cuidados, as plantas sentem o transplante para o campo, podendo ficar com as folhas amareladas. Durante os primeiros meses elas praticamente quase não crescem. É importante que o agricultor saiba disso para que não fique desanimado à toa. É assim mesmo e, passado esse período, elas começam a se desenvolver. Mas o grande crescimento ocorre após os 10 -12 meses após o plantio no campo.Pela experiência, quando se planta alguma cultura intercalar, nas entre linhas, o estabelecimento inicial da pupunha é melhor. Parece que, quando se planta apenas a pupunha, ocorre maior incidência de doenças foliares e morte de plantas, sobretudo nos meses de abril a setembro, no planalto de São Paulo e em outras regiões com inverno seco. Isso pode ser devido à presença de ventos, que prejudicam as plantas e aumentam a perda de água. Uma linha intercalar ajuda a fornecer um certo sombreamento inicial e protege as plantas de pupunha dos ventos. Deve ser dar preferência por alguma leguminosa, como crotalária, feijão de porco, ou mesmo outras culturas. Entretanto, essa é uma questão delicada e que exige orientação técnica.ESPAÇAMENTO DA CULTURAO espaçamento entre as plantas no campo varia ao redor de 2 m x 1 m, correspondendo a 5.000 plantas por hectare, o que garante boa produtividade de palmito. Mas outros espaçamentos também podem ser utilizados. Por exemplo: 2 m x 1,25 m, com 4.000 plantas/ha. Com esse espaçamento, embora haja uma menor produção de palmito, o retorno do investimento do plantio é mais rápido e o lucro líquido é, praticamente, equivalente ao que se consegue com 5.000 plantas/ha (uma diferença inferior a 5%). Há ainda outras alternativas, as quais podem ser viáveis para os pequenos produtores. Por exemplo, o espaçamento de 3 m entre linhas e 1 m dentro da linha. No meio da entrelinha plantar maracujá. Nesse caso, há a possibilidade de se obter até duas safras de maracujá, antes do primeiro corte do palmito, o que é vital para o pequeno produtor rural, que não fica entre 18 e 24 meses sem nenhuma renda na área e tendo que arcar com todos os custos de implantação e custeio da cultura nesse período.O principal fator para definir o espaçamento é a possibilidade de se mecanizar ou não a lavoura. Espaçamentos mais apertados, com até 2 metros entre as linhas, apresentam maior dificuldade para se mecanizar a cultura. Quando a área é menor e o sistema é de agricultura familiar, pode-se empregar maiores densidades de plantio, indo até o uso de espaçamentos como 2 m x 1 m x 1m. Áreas maiores e com uso de mão de obra externa ao grupo familiar devem optar por espaçamentos que permitam que as operações de adubação, tratos culturais e colheita sejam mecanizadas. Nesse caso, o emprego de espaçamento de 3m x 1m x 1m é recomendado. Alguns possíveis espaçamentos estão representados a seguir, sendo que x representa a posição de uma planta de pupunha na lavoura.
1 m x 1 m: x x x x x x x x x x ...... x x x x x x x x x x x ...... x 2 m x 1 m x 1 m: x x x x x x x x x x ...... x x x x x x x x x x x ...... x 3 m x 1 m x 1 m x x x x x x x x x x ...... x x x x x x x x x x x ...... x x x x x x x x x x x ...... x x x x x x x x x x x ...... x Na Tabela a seguir estão alguns espaçamentos que podem ser empregados nas lavouras de palmito cultivado. Nos espaçamentos com linhas simples o primeiro número corresponde à distância entre as linhas e o segundo número se refere ao espaçamento entre as plantas dentro da linha de plantio. Para os espaçamentos com linhas duplas de plantio são utilizados três números. O primeiro representa a distância entre as linhas duplas; o segundo número é a distância da linha dupla e o terceiro número corresponde ao espaçamento entre as plantas dentro da linha de plantio.
ESPAÇAMENTO (m) PLANTAS/HECTARE 1.5 x 1.0 6.667 1.5 x 1.5 4.445 2.0 x 1.5 3.333 2.0 x 1.25 4.000 2.0 x 1.0 5.000 2.5 x 1.0 4.000 3.0 x 1.0 3.333 1.5 x 1.0 x 1.0 8.000 2.0 x 1,0 x 1,0 6.667 2.5 x 1.0 x 1.0 5.714 3.0 x 1.0 x 1.0 5.000 A próxima Tabela corresponde a dados de experimento conduzido para avaliação da rentabilidade em função de diferentes espaçamentos. Observa-se que o número de palmitos colhidos e a renda líquida anual, é função direta do número de plantas por hectare. Plantio mais adensado produz um maior número de palmitos por ano e, com isso, garante maior renda líquida ao agricultor. Entretanto, a relação entre a densidade de plantio com o número de palmitos não é exatamente proporcional. Entre 4.000 e 5.000 plantas por hectare, independentemente do espaçamento utilizado, praticamente não há uma diferença significativa entre o número de palmitos colhidos e a renda líquida por hectare. Esses resultados mostram que o aumento da densidade de plantas causa uma diminuição relativa do ritmo de perfilhamento, de forma que o número de palmitos colhidos por ano, nos diversos espaçamentos, fica muito próximo.RELAÇÃO ENTRE ESPAÇAMENTO, PRODUTIVIDADE, CUSTO E LUCRO NO CULTIVO DA PUPUNHA PARA PRODUÇÃO DE PALMITO:
Entre
LinhaDentro
LinhaPlantas/ha Palmitos
ColhidosCusto
VariávelRenda Bruta Líquido
R$/Ha1.5 1.0 6.667 14.814 1.510 5.925 4.415 2.0 1.0 5.000 13.853 1.265 5.541 4.276 1.5 1.25 5.333 13.714 1.302 5.485 4.183 2.0 1.25 4.000 13.069 1.081 5.227 4.146 1.5 1.5 4.444 13.549 1.182 5.419 4.237 2.0 1.5 3.333 12.349 1.000 4.939 3.939 1.5 1.75 3.810 12.309 1.059 4.923 3.864 2.0 1.75 2.857 11.309 901 4.523 3.62 CONDIÇÕES: 12 cortes/ano
diâmetro de corte: 9 cm
adubação: 30 g/mês de 18-5-15-6.2 (N-P-K-Ca.Mg)
preço de venda do palmito= R$0,40 a unidade.É muito importante que o agricultor tenha sempre em mente que seu objetivo é produzir palmito cultivado. O que ele vai vender para a indústria é uma peça de palmito e o dono da fábrica vai pagar por ela em função da rentabilidade industrial de palmito. Assim, o ponto exato de corte deve ser determinado com base na relação entre o peso líquido do palmito e o peso total da planta. O ponto ideal é aquele em que se tenha, em cada haste, o máximo rendimento industrial de palmito no menor tempo possível de cultivo. A figura seguinte mostra a relação entre o peso líquido do palmito com o peso total da planta e sua altura.Observe que, a partir de um certo ponto, o peso líquido do palmito aumenta bem menos do que a altura e o peso total da planta. Esse é o ponto ideal de corte para o agricultor e corresponde a plantas com altura ao redor de 1,5 m, medido do solo até a inserção da primeira folha aberta logo abaixo da folha mais nova, ainda fechada. CUIDADOS ANTES DO PLANTIOAntes do plantio no campo o agricultor deve tomar alguns cuidados: eliminar da área o mato, corrigir o solo com calcário e realizar uma adubação com fósforo. A pupunha não suporta competição com mato, sobretudo braquiária. Em áreas de pastagens é recomendável que se faça uma cultura anual, com soja, por exemplo, para um perfeito controle da braquiária, usando-se herbicidas. Para o plantio da pupunha deve-se, previamente, fazer uma calagem, elevando-se o pH para 4,5 - 5,5 e a saturação de bases para 50%. Antes do plantio deve-se fazer uma adubação com fósforo. Recomenda-se algo entre 100 e 200 g/planta de supersimples e, na medida do possível, aplicar, nas covas, matéria orgânica.ADUBAÇÃOApós o pegamento das mudas deve-se dar início às adubações com nitrogênio e potássio, em cobertura. Uma adubação anual razoável seria entre 300 e 400 g/planta de 20-5-20, fracionada o maior número de vezes possível. Quando se faz irrigação, deve-se realizar adubação em cobertura a cada mês, aplicando-se entre 30 a 40 g/planta. As plantas de pupunha também necessitam do fornecimento de cálcio, magnésio, enxofre e boro. Daí a necessidade de se realizar a análise do solo para que o agrônomo faça a recomendação correta dos níveis de adubação.O sistema radicular da planta da pupunha, no ponto de corte, é bastante superficial: mais de 80% das raízes ficam em uma profundidade de até 40 cm. Por essa razão é que ela não suporta a competição com mato, sobretudo gramíneas. Uma solução, durante o primeiro ano da cultura no campo, é manter, na entre-linha, alguma leguminosa. Além de se evitar o mato e a erosão na terra nua, ganha-se a incorporação de nitrogênio, pela leguminosa.CONTEÚDO MÉDIO DE MATÉRIA VERDE E MATÉRIA SECA (Toneladas/ha) NA PRODUÇÃO DE PALMITO DE PUPUNHA:
PARTE DA PLANTA MATÉRIA VERDE MATÉRIA SECA FOLHAGEM 39.80 15.10 CASCAS 21.70 4.40 PALMITO BRUTO 12.60 1.76 -CASCAS 7.90 1.25 -SUBPRODUTO 2.90 0.30 -PALMITO 1.70 0.20 NUTRIENTES REMOVIDOS (Kg/ha.ANO) PELO PALMITO BRUTO:
NITROGÊNIO 28.0 FÓSFORO 4.8 POTÁSSIO 31.0 CÁLCIO 4.7 MAGNÉSIO 3.9 FERRO 0.03 COBRE 0.021 ZINCO 0.05 MANGANES 0.085 ENXOFRE 3.36 BORO 0.029 O CORTE DO PALMITOO corte das plantas deve ser realizado quando elas atingem um diâmetro, perto do solo, entre 9 e 15 cm. De início deve-se cortar algumas plantas, para que se aprenda onde fica, exatamente, o palmito. O primeiro corte é o menos produtivo por área cultivada, pois corta-se apenas a planta mãe e o palmito tende a ser mais curto e de forma um pouco cônica. A partir do ano seguinte é que a cultura vai mostrar todo o seu potencial produtivo, quando se cortam os perfilhos. A partir do primeiro corte (18 -24 meses), entra-se numa fase de cortes sucessivos e anuais. O número de palmitos a serem cortados, por planta/ano, varia de 1 a 3, em função do número de perfilhos que se deixa para o ano seguinte e do diâmetro de corte. Essa é uma decisão que cada produtor tem que tomar em função do mercado que ele pretende atingir. Antes do corte do palmito, os perfilhos podem ser preparados, eliminando-se os mais fracos e cortando-se as folhas daqueles que vão permanecer. O corte das folhas dos perfilhos diminui o stress causado pelo sol e apressa o seu crescimento. Numa lavoura bem cuidada, que não sofra falta de água e que seja adequadamente adubada, praticamente não aparecem doenças. Geralmente as doenças são um sinal de desequilíbrio nutricional, causado pela falta de adubação ou pela deficiência hídrica, que impede a absorção dos nutrientes.VIABILIDADE ECONÔMICAA cultura da pupunha apresenta uma excelente viabilidade econômica. Entretanto, o custo de implantação é elevado, situando-se ao redor de R$ 5.000,00 por hectare. O custeio anual varia de R$ 1.800,00 a R$ 2.900,00 por hectare, incluindo: controle de mato, adubos e corretivos, energia e mão de obra para corte e transporte dos palmitos. O valor da produção vai depender de como o agricultor vai comercializar o produto: in natura ou para a indústria que vai envasá-lo. Pequenos produtores isolados podem conseguir uma rentabilidade maior se comercializarem o palmito in natura. Para viabilizar uma pequena indústria de envasamento de palmito, deve-se ter uma área plantada de, pelo menos, 300.000 pés de pupunha. Em diversas regiões do Estado de São Paulo e do Paraná, a implantação da cultura da pupunha está sendo intermediada por Associações de Agricultores, por Cooperativas ou pelo Sindicato Rural do Município. Muitas Prefeituras também tem dado seu apoio para os agricultores, fornecendo facilidades e infraestrutura para os viveiros de mudas e aquisição das sementes. Sempre procuramos incentivar esse tipo de ajuda inicial das organizações de agricultores, sobretudo com o apoio da Prefeitura do Município, para que os agricultores sintam-se amparados e mais confiantes para entrarem nesse negócio de produzir palmito de pupunha. Havendo esse tipo de integração entre os produtores, a rentabilidade da cultura fica ainda maior. Um hectare de pupunha produz cerca de 1.700 kg de palmito e 2.500 kg de subproduto (picadinho e rodelas).Uma vantagem extraordinária da cultura da pupunha é a possibilidade que ela oferece para que os pequenos agricultores, usando apenas a mão de obra familiar, tenham uma vida digna no campo. É por essa razão que muitas Prefeituras, Sindicatos Rurais, Cooperativas e Associações tem procurado informação e estão se organizando, com a orientação técnica da UNESP-CAMPUS DE JABOTICABAL, e dando todo o apoio logístico para que os agricultores locais tenham a oportunidade de conhecer bem as reais possibilidades da produção de palmito de pupunha e assim eles possam tomar uma decisão consciente sobre essa excelente alternativa agrícola.HOMENS-DIA PARA 1 HA DE PUPUNHA (do plantio das mudas até o corte do palmito – ano 1 e ano2:
PLANTIO DAS MUDAS 15 HD REPLANTIO 3 HD ADUBAÇAO MANUAL 10 HD APLICAÇÃO DE HERBICIDAS 6 HD CAPINAS 11 HD CORTE DO PALMITO 10 HD TOTAL 57 HD INSUMOS PARA 1 HA DE PUPUNHA: PRÉ PLANTIO: -CALAGEM: pH 5,0 - 5,5
saturação de bases = 50%
-FOSFATAGEM: 100 g A 200 g POR PLANTA
0,15 kg x 5.000 PL. = 750 kg de SuperSimples
-HERBICIDAS: 2 a 6 litros (função do mato)
-PRODUÇÃO DAS MUDAS:
SEMENTES: 1 kg => 160 a 200 mudas no campo
35 kg => 5.500 mudas
SACOS PLÁSTICOS: 15 cm x 25 cm x 0,08 m
PREPARO DA MISTURA:
TERRA : AREIA : MATÉRIA ORGÂNICA : ADUBO
ADUBO: 10 g DE 10-30-10 POR SACO=50 kg
TRANSPLANTE DAS MUDAS
ADUBAÇÃO FOLIAR
IRRIGAÇÃO
CONTROLE DE MATO
PLANTIO - PRIMEIRO ANO:
-ADUBAÇÃO: 20 g/planta.mês de 20-5-20 + MICRO+Ca+Mg+S
0,02 kg x 10 meses x 5.000 plantas= 1.000 kg
-HERBICIDAS: 3 litros/ano
-INSETICIDAS, FUNGICIDAS, ETC.: estimativa
CUSTEIO - SEGUNDO ANO:
-ADUBAÇÃO: 30 g/planta.mês de 20-5-20 + MICRO+Ca+Mg+S
0,03 kg x 10 meses x 5.000 plantas= 1.500 kg
-HERBICIDAS: 2 A 6 litros/ano
-INSETICIDAS, FUNGICIDAS, ETC.: estimativa
CUSTOS DE INSTALAÇÃO E MANUTENÇÃO DE 1 ha DE PUPUNHA DESPESAS MÃO DE OBRA ANO 1 ANO 2 ANO 3 ANO 4 (R$ 15,00/HOMEM-DIA) QUANT VALOR
R$QUANT VALOR
R$QUANT VALOR
R$QUANT VALOR
R$Confecção de estacas 1 1500 Alinhamento e marcação das covas 2 3000 Abertura de covas 2 3000 Adubação de covas 2 3000 Transporte de mudas 1 1500 Distribuição de mudas 1 1500 Plantio das mudas 6 9000 Replantio das mudas 3 4500 Capina manual 2 3000 2 3000 2 3000 2 3000 Pulverizações manuais 3 4500 3 4500 3 4500 3 4500 Colheita de palmito 10 15000 15 22500 15 22500 TOTAL - 1 23 34500 15 22500 20 30000 20 30000 HORAS DE MÁQUINA ANO 1 ANO 2 ANO 3 ANO 4 Aração 3 4500 Gradagem 2 3000 Calagem 15 2250 Sulcação 15 2250 Transporte de mudas 1 1500 Roçada 5 7500 5 7500 5 7500 5 7500 Aplicação de herbicidas 3 4500 3 4500 3 4500 3 4500 Adubação 5 7500 5 7500 5 7500 5 7500 Transporte de palmitos 5 7500 5 7500 5 7500 TOTAL - 2 24 33000 18 27000 18 27000 18 27000 INSUMOS ANO 1 ANO 2 ANO 3 ANO 4 Mudas de pupunha (R$0,80) 5500 4.400,00 Herbicida -Round-up (R$6,00/l) 3 1800 3 1800 3 1800 3 1800 Calcáreo (R$49,00/t) 2 9800 Supersimples (R$410,00/t) 75 30750 Adubo fórmula (R$675,00/t) 1 67500 15 1.012,50 15 1.012,50 1 1.012,50 Formicidas (R$20,00/kg) 1 2000 1 2000 1 2000 1 2000 Inseticidas e ferohormônios - 5000 - 5000 - 5000 - 5000 Fungicidas (R$ 46,00/kg ou litro) - 2300 - 2300 - 2300 - 2300 Ferramentas - 8500 - 8500 - 4500 - 4500 Energia elétrica - 26000 - 26000 - 26000 - 26000 TOTAL - 3 24 5.936,50 18 1.468,50 18 1.468,50 18 1.468,50 TOTAL GERAL 6.611,50 1.963,50 2.038,50 2.038,50 A)ANO 1 = PREPARO DA ÁREA E PLANTIO DAS MUDAS
B)ANO 2 = INÍCIO DO CORTE DE PALMITO NA PLANTA MÃE (APÓS 18 MESES)
C)ANO 3 = INÍCIO DO CORTE DE PALMITO EM PERFILHOS
D)ANO 4 = ESTABILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE PALMITOS CORTADOS APENAS EM PERFILHOS
| FLUXO DE CAIXA RESUMIDO PARA 1 HECTARE COM PUPUNHA PARA A VENDA DE PALMITO PARA A INDÚSTRIA | ||||||||||
| INVESTIMENTO + CUSTEIO | ANO 1 + 2 | ANO 1– R$ | ANO 2-R$ | ANO 1 + 2 | ||||||
| mudas | 4.400,00 | 5500 mudas/ha; R$0,80/muda | 4.400,00 | 4.400,00 | ||||||
| adubação plantio - fósforo | 307,50 | 5000pl*0.150kg/pl*0,410/kg | 307,50 | 307,50 | ||||||
| calcario | 98,00 | 2 t/ha | 98,00 | |||||||
| custo energia p. irrigação | 520,00 | R$260,00/ano* 2 anos | 260,00 | 260,00 | 520,00 | |||||
| herbicidas | 36,00 | R$6,00/l; 3 litros/2 anos | 18,00 | 18,00 | 36,00 | |||||
| fungicidas, inseticidas | 186,00 | estimativa pela média | 93,00 | 93,00 | 186,00 | |||||
| ferramentas | 170,00 | Conforme planilha de custos | 85,00 | 85,00 | 170,00 | |||||
| despesas com mão de obra | 570,00 | Conforme planilha de custos | 345,00 | 225,00 | 570,00 | |||||
| despesas com máquinas | 600,00 | Conforme planilha de custos | 330,00 | 270,00 | 600,00 | |||||
| adubação de cobertura | 1.687,50 | R$0,675/kg; 0,02kg/planta- 1º ano e o,03/planta no 2º ano; 10 meses/ano | 675,00 | 1.012,50 | 1.687,50 | |||||
| irrigação | 2.500,00 | Estimativa para 1 ha, sem investimento em infraestrutura para área maior | 2.500,00 | 11.075,00 | ||||||
| TOTAL EM R$ | 11.075,00 | TOTAL DE INVESTIMENTO + CUSTEIO PARA 1 HA | 9.013,50 | 1.963,50 | 11.075,00 | |||||
| Inclui custeio do 1º e do 2º ano | ||||||||||
| FLUXO DE CAIXA | ANO 1 | ANO 2 | ANO 3 | ANO 4 | ANO 5 | ANO 6 | ANO 7 | ANO 8 | ANO 9 | ANO 10 |
| INVESTIMENTO/CUSTEIO | 9.013,50 | 1.963,50 | 2.038,50 | 2.038,50 | 2.038,50 | 2.038,50 | 2.038,50 | 2.038,50 | 2.038,50 | 2.038,50 |
| VENDA DE PALMITO | 4.000,00 | 8.000,00 | 8.000,00 | 8.000,00 | 8.000,00 | 8.000,00 | 8.000,00 | 8.000,00 | 8.000,00 | |
| RESULTADO DO ANO | (9.013,50) | 2.036,50 | 5.961,50 | 5.961,50 | 5.961,50 | 5.961,50 | 5.961,50 | 5.961,50 | 5.961,50 | 5.961,50 |
| FLUXO DE CAIXA | (9.013,50) | (6.977,00) | (1.015,50) | 4.946,00 | 10.907,50 | 16.869,00 | 22.830,50 | 28.792,00 | 34.753,50 | 40.715,00 |
| observações: -valores entre parênteses são resultados líquidos negativos -para plantios com irrigação e adubação adequada, corta-se 80% das plantas até 24 meses após o plantio no campo -do 2º ano em diante, corta-se, em média, 8.000 perfilhos por hectare a cada ano -preço do palmito a ser pago pela indústria: r$1,00/palmito (bastão) | ||||||||||
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
SISTEMA DE IRRIGAÇÃO COM GARRAFA PET
ESCRIBA VALDEMIR MOTA DE MENEZES
Como Montar um Sistema de Irrigação Alternativo
O bom e velho sistema de irrigação tem nos servido desde a antiguidade, os egípcios foram os primeiros, desenvolveram grandes sistemas as margens do Rio Nilo, e hoje temos os mais avançados sistemas de irrigação, cada vez mais eficientes e potentes, porém, inacessível por grande parte dos agricultores por conta do alto preço de implantação.
A saída foi improvisar e criar outros meios para irrigar as plantações sem ter que desembolsar altas quantias para isso.
Vamos ver quais os dois tipos de irrigação alternativa mais utilizados atualmente, que apesar de serem bem simples, não deixam a desejar.
Micro aspersão com palitos de cotonete
1º Passo: Construção o Reservatório
Caso já tenha um reservatório em sua propriedade pule para o próximo passo.
O tamanho do reservatório vai depender da área a ser irrigada, quanto maior a área, maior o reservatório. Uma bomba submersa ou externa será usada para bombear a água para o sistema, é importante utilizar um filtro na saída de água, para evitar entupimento dos micro aspersores.
2º Passo: Construção dos Aspersores
Para construir os aspersores basta retirar o algodão das extremidades do cotonete, esquentar uma ponta e apertar com alicate. Depois, insira um arame fino dentro do canudinho e faça um corte abaixo da ponta lacrada do canudinho, corte mais ou menos a metade.
3º Passo: Montagem do Sistema
Para montar o sistema vamos utilizar mangueiras de ¾”, que servirão como linhas de transmissão. A mangueira deve seguir o canteiro horizontalmente e deve ficar suspensa cerca de 40 cm. Pode-se utilizar estacas de madeira e arame para manter a mangueira suspensa. Os micro aspersores são colocados a cada 40 cm, devendo-se evitar canteiros muito longos para não perder a pressão do sistema.
Gotejamento com Palitos de Cotonete
1º Passo: Cortar das Pontas do Cotonete
Para fazer isso utilize uma tesoura ou uma faca bem afiada.
2º Passo: Garrafa Pet
Pegue uma garrafa pet de 2 litros, faça um pequeno furo no fundo e corte a parte de cima.
3ª Passo: Montagem
Insira o palitinho do cotonete no orifício já feito e coloque um pedaço de espuma no fundo da garrafa para evitar entupimento do palitinho.
http://inforagro.wordpress.com/2010/08/19/irrigacao-alternativa-2/
SISTEMA DE GOTEJAMENTO COM GARRAFA PET
ESCRIBA VALDEMIR MOTA DE MENEZES
O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/voceecod/faca-voce-mesmo-sistema-de-gotejamento-com-garrafa#ixzz2sH41ENUY
Condições de uso do conteúdo
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Sistemas de irrigação por gotejamento molham as plantas de forma lenta, contínua e controlada e garantem uma boa economia de água. Uma maneira fácil, barata e eficiente de ter um sistema como esse em seu jardim ou horta é seguindo este passo a passo, que mostra como fazer um gotejador reutilizando garrafa PET.
A ideia é de um grupo do Programa UFBA em Campo, desenvolvido na Atividade Curricular em Comunidade da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e surgiu para resolver um problema de pequenos agricultores da comunidade do Distrito de Cordoaria, interior da Bahia, que possuíam o solo pobre em nutrientes e muito seco em virtude da má irrigação.
Assim, o grupo de estudantes e professores da Universidade, coordenado pela Profa. Dra. Josanídia Santana Lima, decidiu buscar uma forma de solucionar o problema de maneira simples e com materiais baratos ou reutilizáveis.
“Chegou-se então ao desenvolvimento de um método de irrigação por gotejamento com a reutilização de garrafas PET associadas a um equipo (não utilizado) que permite controlar o fluxo de água que irá gotejar no solo”, contam.
Materiais:
Perfure o centro da tampinha da garrafa com a chave de fenda com cuidado para que este furo não seja muito grande.
2º passo: Equipo para soro
Coloque uma das extremidades do equipo na tampinha da garrafa PET. Fique atento a um detalhe: na garrafa de 2 l deve-se acoplar apenas um equipo, enquanto que na garrafa de 5 l podem ser acoplados até dois equipos.
3º passo: “Janelinha”
Com a tesoura corte na base da garrafa uma “janelinha”, onde um dos lados deve continuar fixo a garrafa para que depois de abastecida com água ela possa ser fechada.
Este procedimento é necessário para se evitar a deposição de ovos pelo mosquito da dengue na água que fica armazenada. É por esta abertura que a água deverá ser colocada na garrafa.
Está pronto!
Agora que seu gotejador já está pronto, basta prender a garrafa em uma estaca de madeira com o barbante e fincar a estaca próxima à planta que será irrigada.
Depois, fixe a extremidade que ficará gotejando no tronco da planta e ajuste a vasão pelo controlador que vem no equipo.
Agora é só aproveitar seu novo sistema e reabastecer a garrafa sempre que precisar. No experimento acima, a água chegou a durar três dias dentro da PET.
O conteúdo do EcoDesenvolvimento.org está sob Licença Creative Commons. Para o uso dessas informações é preciso citar a fonte e o link ativo do Portal EcoD. http://www.ecodesenvolvimento.org/voceecod/faca-voce-mesmo-sistema-de-gotejamento-com-garrafa#ixzz2sH41ENUY
Condições de uso do conteúdo
Under Creative Commons License: Attribution Non-Commercial No Derivatives
Faça você mesmo: Sistema de gotejamento com garrafa PET

A ideia é de um grupo do Programa UFBA em Campo, desenvolvido na Atividade Curricular em Comunidade da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e surgiu para resolver um problema de pequenos agricultores da comunidade do Distrito de Cordoaria, interior da Bahia, que possuíam o solo pobre em nutrientes e muito seco em virtude da má irrigação.
Assim, o grupo de estudantes e professores da Universidade, coordenado pela Profa. Dra. Josanídia Santana Lima, decidiu buscar uma forma de solucionar o problema de maneira simples e com materiais baratos ou reutilizáveis.
“Chegou-se então ao desenvolvimento de um método de irrigação por gotejamento com a reutilização de garrafas PET associadas a um equipo (não utilizado) que permite controlar o fluxo de água que irá gotejar no solo”, contam.
Materiais:

- Garrafa PET de 2 l ou de 5 l;
- Equipo para soro fisiológico;
- Chave de fenda;
- Estaca de madeira;
- Barbante de seis fios;
- Tesoura.

2º passo: Equipo para soro

3º passo: “Janelinha”


Está pronto!

Depois, fixe a extremidade que ficará gotejando no tronco da planta e ajuste a vasão pelo controlador que vem no equipo.
Agora é só aproveitar seu novo sistema e reabastecer a garrafa sempre que precisar. No experimento acima, a água chegou a durar três dias dentro da PET.
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg&width=419)





